Férias, tão sonhadas férias…

Agosto 16, 2008 by suzanaleite

Depois de ralar muito nas últimas semanas, chegou a hora de descansar. Essas férias são mais que merecidas, são necessárias. Amanhã embarcamos para Porto de Galinhas. É hora de curtir o Pedrinho e dar a atenção que o maridão não teve nos dias que se passaram. Ficaremos duas semanas fora do “ar”. E, nesse período, não terei como postar as novidades do Pedro. Mas voltaremos cheios de novidades para contar. Aguardem. Suzy

Pedro: o papagaio!

Agosto 12, 2008 by suzanaleite

Hoje o post vai ser curto, pois meu tempo anda curto também. Preciso contar a nova do Pedro. Ontem eu estava na cozinha arrumando alguma coisa pra comermos e o Alê começou a me chamar do quarto: “- Amor, amor”… Eu estava ocupada e continuei a fazer o lanche. (O Alê me chama de dois em dois minutos quando eu estou em outro cômodo da casa). Como eu não fui ao encontro deles, comecei a ouvir outra voz: -Amôôô, amôôô… Eu não acreditei no que estava ouvindo. Corri para o quarto e verifiquei que era o Pedro me chamando de “Amor”. Pode?! Morri de rir. Agora ele não pode nos ouvir chamando um ao outro de amor que ele repete: “amôôô”, com um bico que só vendo! Ah… fomos ao pediatra e descobrimos que o Pedro saltou para 86cm e quase 12kg. Ele está enorme e muito saudável. Além disso, a consulta só foi para nos certificarmos que está tudo certo para viajarmos tranquilos. E falando em viagem… continua a contagem regressiva. Faltam cinco dias.

Na contagem regressiva…

Agosto 11, 2008 by suzanaleite

O papai (maridão) voltou, graças a Deus. O Pedro tomou um baita susto ao acordar quando viu o pai. Gritou “Papai”, correu pros braços do Alê e, por um instante, lembrou-se que estava magoado por ter sido abandonado. Pulou então no meu colo e agiu como se o Alê não estivesse ali. Depois de muita bajulação e de entregar os presentes que trouxera de São Paulo, o Pedro deu trégua ao pai e a relação voltou ao normal. O fim de semana foi bem corrido. Trabalhei no sábado das 19h até às 2h30 cobrindo um evento da Casa e depois até às 4h30 escrevendo matéria para atualizar o site. Conclusão: dormi às 5h e o Pedro, com toda disposição do mundo, acordou às 8h. Tudo bem… levantei e fui me arrumar para a Santa Missa. Afinal, tinha que dividir o Dia dos Pais por três: meu pai, meu sogro e, é claro, meu marido. Ainda no domingo, cobri o último dia do evento. Desta vez, apenas das 20h à meia-noite. Uffa… não foi fácil levantar hoje. Sem contar que essa vai ser mais uma semana de muito trabalho. Se reclamei das semanas anteriores, esta vai ser bem pior. Duas matérias de revista para entregar, muitos eventos para cobrir, jornal diário, matérias para o site, informativo interno… entre outros. Mas prometo respirar fundo, tomar fôlego e, nos momentos de sufoco total, lembrar-me que minhas férias começam na sexta-feira, às 19h… Domingo embarcamos para Porto de Galinhas. É uma excelente hora para esfriar a cabeça, descansar o corpo e curtir as pessoas que mais amo na vida o Pedro e o Alê.  Para a viagem, os preparativos já estão quase prontos. Algumas coisas tentarei resolver ainda esta semana. Muito protetor solar pro Pedro, roupas para praia, chinelinhos novos e até uma piscininha… tudo já foi providenciado. Faltam, apenas, as minhas coisas. Vai ser mais que um sonho. Portanto, começo a contagem regressiva. Faltam seis dias.

Amor tão grande, amor tão forte, amor suave, amor sem fim…

Agosto 7, 2008 by suzanaleite

Abraço eterno

Amor tão grande, amor tão forte, amor suave, amor sem fim

Que a própria morte transforma em vida abraço eterno de Deus em mim

Nem as torrentes das grandes águas, conseguirão apagar esse amor

Pois suas chamas são fogo ardente mais do que a morte é tão forte esse amor

De abraço esmagante, de ausência torturante 

De noite e luz é feito esse amor

De dor incomparável, consolo inestimável

De vida e cruz é feito esse amor

Nem as torrentes das grandes águas, conseguirão apagar esse amor

Pois suas chamas são fogo ardente

Mais do que a morte é tão forte esse amor

Agora à noite, mais uma vez, o Pedro não me deixou assistir nenhum canal senão a Canção Nova. No momento passava a Santa Missa. Com sua mãozinha estendida e os olhinhos atentos, ele assistiu a toda celebração. Ao fim, no momento após a comunhão, tocou uma música que fala fundo ao meu coração: Abraço Eterno.

A letra, fiz questão de colocá-la neste Blog. O fato é que esta música tocou no meu casamento e fez parte do momento mais lindo da celebração do meu matrimônio. Após o tão esperado “SIM”, eu e o Alê nos abraçamos. Quem estava presente viu: aquele foi um abraço eterno. Era como se Deus usasse aquele “abraço esmagante” para que nos tornássemos um. Aquele momento ficou marcado em mim. Portanto, ao ouvir novamente a música, não pude conter as lágrimas.

A música fala de Deus. Mas também fala do meu amor pelo meu esposo.  “Amor tão grande, amor tão forte, amor suave, amor sem fim”… Amor que foi enviado pelo próprio Deus. Amor que foi plantado pelas mãos do Senhor. “Nem as torrentes das grandes águas, conseguirão apagar esse amor”… Daí, ouvindo a música, me dei conta que é impossível apagar esse amor. Porquê esse amor agora é mais uma vida no meio de nós: o Pedro. “Pois suas chamas são fogo ardente mais do que a morte é tão forte esse amor”… Assim como o Pai e o Filho transbordaram de amor e esse amor nada mais é do que o Espírito Santo de Deus, assim o meu amor pelo Alê e o amor dele por mim um dia transbordou e o seu resultado foi o Pedro.

“De abraço esmagante, de ausência torturante”… Ausência torturante. Preciso de você de volta. Não sabemos o que é viver sem você. O Pedro chora a falta do pai que se fez ausente apenas três dias da semana. Meu coração chora pela casa vazia e pela saudade do “abraço esmagante”. “De noite e luz é feito esse amor. De dor incomparável, consolo inestimável. De vida e cruz é feito esse amor”… Que convívio não tem cruz? Qual casamento não passa por uma noite escura? Contudo, obrigada Jesus por esses momentos serem tão poucos no meu matrimônio e tão pequenos diante de tamanha felicidade. De luz é feito esse amor. A luz que vem do próprio Deus que nos uniu. “Nem as torrentes das grandes águas, conseguirão apagar esse amor. Pois suas chamas são fogo ardente. Mais do que a morte é tão forte esse amor”… Essa foi uma forma de dizer a todos o quanto eu amo meu esposo e quanto minha família é importante na minha vida. Dos meus sonhos Deus podia, Deus quis, Deus fez. É a realização plena dos planos de Deus na minha vida. Obrigada Jesus pelo meu amado esposo, pelo meu amado filho, pela minha linda família.

Papai, volta logo…

Agosto 5, 2008 by suzanaleite

O maridão viajou ontem a trabalho para São Paulo. Isso não é uma rotina, mas tampouco foi a primeira vez. A última vez que o Alê esteve fora o Pedro era ainda um bebezinho. Além disso, não dormiu apenas uma noite em casa. Agora as coisas são diferentes. O Pedro já entende que estar em casa é estar com o papai e a mamãe. Os dois juntos. Ele não está entendendo a ausência do pai. Ontem, ao estacionar o carro, o Pedro de longe correu e chamou o papai. Claro que ele não o viu. Ao chegar em casa, a mesma coisa. Ele ficou esperando o pai pegá-lo no carro e, ao abrir a porta, correu pela casa, olhou cômodo por cômodo e não o encontrou. Mas parece que a esperança dele não acabou. Ao deitarmos para dormir, o Pedro logo pulou no travesseiro do Alê. Colocou as mãozinhas debaixo do travesseiro, virou a cabeça de lado, olhou pra mim e imitou o pai a roncar. Percebendo sua ausência, se escondeu debaixo do cobertor e pôs-se a gritar: papá, papá! Assim ele faz conosco quando quer brincar de esconde-esconde. Não resisti. Peguei o telefone e liguei pro Alê. O celular estava ocupado. Incrível. Era ele nos ligando no meu celular. O Pedro falou com o pai. Chamou-o pelo telefone e, ainda, beijou o aparelho como se assim o beijo chegasse ao pai. Ao desligar o Pedro saiu do meu colo, correu a porta da sala e apontou para a chave mostrando que eu deveria abrir a porta. Afinal, o papá estava chegando. Meu coração cortou ao meio. E não parou por aí. Ele ainda dormiu no lugar do Alê, roubou os controles da televisão (muito bem escondidos pelo pai), e, ao acordar, chamou tanto pelo Alê que tivemos que acordá-lo às 7h00, pelo telefone. Bem, quanto a mim, embora adulta e, por isso, com capacidade de entender a situação, confesso que achei a casa muito vazia. Achava que um dia é muito para sentir saudade. Mas deixar de ter meu esposo ao meu lado nas tarefas mais comuns do dia-a-dia é muito ruim. A sensação de vazio, de que as coisas não estão no lugar, não é muito agradável. Até o fato de ter podido assistir ontem ao Jornal Nacional (inteiro) foi estranho. (Ele não é muito fã de jornais e sempre inventa uma desculpa qualquer pra trocar de canal.) Afinal, faltava um pedaço de mim ali. Depois que daí do altar do dia do meu casamento, saímos um. E ser um com ele mesmo na distância é bem complicado. Afff… esperamos, eu e o Pedro, que o Alê volte logo.  Papai… te amamos. Volte Logo.

Os bebês, seus sentimentos e preferências…

Agosto 4, 2008 by suzanaleite

O Pedrinho está uma figura. Neste fim de semana fomos ao encontro de preparação para os casais que vão trabalhar no Encontro de Casais com Cristo (ECC), em setembro próximo. O Pedro foi conosco. Na Igreja em que foi realizado o encontro, havia uma capela com sacrário bem próximo do auditório onde estávamos. Claro que eu e o Alê tivemos que nos revezar durante as palestras. Portanto, o Pedro logo descobriu a capela. Sei que as crianças são puras e, desta forma, não têm barreiras (pecado) que as afastam de Deus. Mas, às vezes, me assusto com o Pedro. Ele reconhece o sacrário e sabe que ali está Cristo vivo. Ao ver uma capela (em qualquer Igreja) ele corre, chama por Jesus e estende a mãozinha para o sacrário. Ainda por cima, faz o sinal da cruz (Paaaaai! Amém!). No fim do encontro, o Pedro estendeu a mão para várias pessoas pedindo a bênção, pode?! Já lá em casa, na semana passada, estava vendo novela quando resolvi mudar para a Canção Nova. No momento, passava a Santa Missa. Pronto. Ele começou a chamar Jesus, estender a mão para a televisão, e não me deixou mudar de canal de forma alguma. Quando eu tentava mudar pra outra programação qualquer ele chorava e dizia Jesu, Jesu! Ah… ontem o Alê estava vendo as vídeo cassetadas (programa do Faustão) e uma delas era um cachorro que caía na água. O Pedro desaguou a chorar com pena do cão. E ficou a chamar o au au. Não tinha quem conseguisse consolar a criança. Incrível. Já hoje pela manhã, o Pedro não encontro o pai na cama. O fato é que o Alê viajou para São Paulo e saiu enquanto o Pedro estava dormindo. Ele não entendeu nada. Mal acordou e já perguntou pelo papai. Saiu pela casa o procurando e até se escondeu pra ver se o pai vinha achá-lo. Coisas do meu bebê que já começa e mostrar seus sentimentos e preferências.

Dar o 100%: não importa que seja muito ou pouco desde que seja tudo

Agosto 1, 2008 by suzanaleite

Uma das coisas mais incríveis e importantes que eu aprendi com a caminhada na Igreja Católica foi aprender a dar o meu 100%. Um santo (prometo me certificar qual foi) disse que não importa se o seu 100% é muito ou pouco, desde que seja tudo. Essa definição fez com que eu aprendesse uma das grandes lições da minha vida: entendi o que era dar o melhor de mim.

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De volta aos 60kg!

Julho 30, 2008 by suzanaleite

Não posso deixar de postar essa notícia no blog Dias de Mãe. Muitas de nós, mães, sofremos do mesmo mal: os infelizes quilinhos que insistem em permanecer após a gravidez. Claro que essa não é a história de todas as mulheres-mães. Mas eu não faço parte desse percentual de sortudas. Durante a gravidez, em apenas nove meses, ganhei 20 kg. Confesso que foi resultado de uma vida corrida, péssimos hábitos alimentares e grande amor por uma boa comida. Os familiares e amigos mais antigos sabem que, na minha juventude, não tinha grandes problemas em engordar. Meu peso era “estável” e eu não tinha motivos pra me preocupar em comer menos ou fazer exercícios regulares, portanto, comia a vontade. Além disso, no meu período de gestação, vivi o mito que tinha que comer por dois, na esperança de que a amamentação me fizesse ficar magérrima como num passe de mágica. Pura ingenuidade.

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Mãe de primeira viagem: os medos, a insegurança e todo amor que nasce junto com o bebê

Julho 29, 2008 by suzanaleite

Ser mãe de primeira viagem não é pra qualquer uma. Andar com um bebê na barriga, totalmente seguro, é muito fácil diante dos medos e desafios de ter uma pequena vida que depende apenas de você para sobreviver. Eu me deparei com muitos medos ainda desconhecidos para mim. Confesso que achei que seria muito fácil após ter ajudado a cuidar de três irmãs e dois sobrinhos. Eu “sabia” fazer tudo: trocar fraldas, dar banho, fazer dormir, dar mamadeiras. Tudo lorota! Cada bebê é um bebê e ser mãe não é o mesmo que ser tia. Ainda no hospital eu e o meu esposo decidimos ficar na casa da minha sogra para que eu não precisasse subir três andares de escada (meu apartamento fica no 3º andar). Fomos então, no domingo pela manhã para a casa dela. Pense. Casa de avó é casa cheia. Logo na entrada nos deparamos com uma porção de familiares do Alê almoçando por lá. Eu, cheia de dores, e um monte de gente doida para ver o Pedro. Já começou mal por aí. Muita visita, muita gente por perto, pouco sossego e muita inexperiência. Confesso que tudo o que eu queria era a minha mãe ao meu lado, sem sair dali, como aqueles soldados que são obrigados a passar oito longas horas de pé, sem se mexer. Mas, como estava na casa da minha sogra, só contei com sua ajuda durante o dia. Bem, na primeira noite eu sabia que o Alexandre precisava dormir. Afinal, ele havia virado duas noites sem pregar os olhos. Eu estava muito preocupada com ele. Daí, rezei toda noite para que o Pedro dormisse bem. E assim se fez. Ele só acordou às 6h da manhã. No entanto, isso era um grande erro. Os bebês precisam mamar de três em três horas para se manterem alimentados. Durante todo dia, não consegui amamentar o Pedro direito. Ele não abocanhava corretamente meu seio e nem sugava como deveria. Eu, no entanto, não percebi. Achava que tudo estava certo.

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Eu quero a vida do Zé Bob!

Julho 25, 2008 by suzanaleite

Hoje é dia de protestar no meu blog: eu quero a vida (profissional) do jornalista Zé Bob, da novela A Favorita (Globo)!  Essa semana foi daquelas. Quase enlouqueci. Aqui somos três jornalistas e um estagiário que, na verdade, já é outro jornalista (apenas sem diploma). Acontece que o assessor do presidente está de férias e o outro viajou para o Sul com a incumbência de cobrir as Olimpíadas do Conhecimento. Conclusão: estou trabalhando por três. O Jornal de Fibra, nosso boletim diário, já faz parte do meu dia-a-dia. Somos dois jornalistas responsáveis por ele. Mas, além de fazê-lo sozinha, tive que cobrir eventos fora e fazer assessoria ao vice-presidente da casa. Em um deles, o governador em exercício do DF fez-me o favor de deixar a mim e a outros jornalistas plantados pela manhã, chegando ao evento ao 12h. Resultado: engoli a comida e fiquei sem o intervalo do almoço. No mesmo dia, fiz matéria pro site, release para imprensa, atendimento de assessoria para os jornalistas que procuram a Federação e, pra fechar o dia, tive que esperar a decisão do Copom sobre a Selic. Ainda ontem tive que chegar mais cedo e preparar um paper para o vice-presidente em dez minutos. Afinal, às 9h tínhamos um lançamento do Banco do Brasil no nosso auditório e o próprio Banco não nos avisou. Correria total. E, justamente nessa semana, tenho prestado mais atenção ao personagem Zé Bob da novela das 8. Ele trabalha em uma redação de jornal. Essa é uma das áreas mais corridas do jornalismo. Muitas vezes o jornalista recebe até três pautas por dia, tem dead line super curto, o que resulta em várias horas extras por dia.  Mas essa não é a realidade do jornalista Zé Bob. Ele não fica na redação, escolhe as suas próprias pautas, não tem hora pra entrar e sair da redação, não recebe broncas da editora e, além disso, vai para o Guarujá (durante a semana) para curtir um marzinho… É de rir. Essa não é a profissão de jornalismo. Aqui mesmo vivemos realidades distintas. Ora realizamos eventos que nos faz usar salto alto, maquiagem, terninho, com as maiores autoridades do DF e do Brasil, ora realizamos eventos em cidades carentes, muitas até sem asfalto, trocamos o terninho por calça jeans surrada e tênis velho. Aqui também escrevemos pra nossa revista, gravamos pra rádio, fazemos produtos internos como o Murão e o Informe do Sistema. Isso é jornalismo. Daí a Globo me faz o favor de mostrar a profissão totalmente deturpada. Não custava ter ido a uma das redações da “Central Globo de Jornalimo” pra conhecer o dia-a-dia de um jornal. Mas, fica aqui o meu protesto, se o que Zé Bob faz é jornalismo, eu quero a vida dele. Por favor! Preciso de um emprego desses!