Archive for julho \30\UTC 2008

De volta aos 60kg!

julho 30, 2008

Não posso deixar de postar essa notícia no blog Dias de Mãe. Muitas de nós, mães, sofremos do mesmo mal: os infelizes quilinhos que insistem em permanecer após a gravidez. Claro que essa não é a história de todas as mulheres-mães. Mas eu não faço parte desse percentual de sortudas. Durante a gravidez, em apenas nove meses, ganhei 20 kg. Confesso que foi resultado de uma vida corrida, péssimos hábitos alimentares e grande amor por uma boa comida. Os familiares e amigos mais antigos sabem que, na minha juventude, não tinha grandes problemas em engordar. Meu peso era “estável” e eu não tinha motivos pra me preocupar em comer menos ou fazer exercícios regulares, portanto, comia a vontade. Além disso, no meu período de gestação, vivi o mito que tinha que comer por dois, na esperança de que a amamentação me fizesse ficar magérrima como num passe de mágica. Pura ingenuidade.

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Mãe de primeira viagem: os medos, a insegurança e todo amor que nasce junto com o bebê

julho 29, 2008

Ser mãe de primeira viagem não é pra qualquer uma. Andar com um bebê na barriga, totalmente seguro, é muito fácil diante dos medos e desafios de ter uma pequena vida que depende apenas de você para sobreviver. Eu me deparei com muitos medos ainda desconhecidos para mim. Confesso que achei que seria muito fácil após ter ajudado a cuidar de três irmãs e dois sobrinhos. Eu “sabia” fazer tudo: trocar fraldas, dar banho, fazer dormir, dar mamadeiras. Tudo lorota! Cada bebê é um bebê e ser mãe não é o mesmo que ser tia. Ainda no hospital eu e o meu esposo decidimos ficar na casa da minha sogra para que eu não precisasse subir três andares de escada (meu apartamento fica no 3º andar). Fomos então, no domingo pela manhã para a casa dela. Pense. Casa de avó é casa cheia. Logo na entrada nos deparamos com uma porção de familiares do Alê almoçando por lá. Eu, cheia de dores, e um monte de gente doida para ver o Pedro. Já começou mal por aí. Muita visita, muita gente por perto, pouco sossego e muita inexperiência. Confesso que tudo o que eu queria era a minha mãe ao meu lado, sem sair dali, como aqueles soldados que são obrigados a passar oito longas horas de pé, sem se mexer. Mas, como estava na casa da minha sogra, só contei com sua ajuda durante o dia. Bem, na primeira noite eu sabia que o Alexandre precisava dormir. Afinal, ele havia virado duas noites sem pregar os olhos. Eu estava muito preocupada com ele. Daí, rezei toda noite para que o Pedro dormisse bem. E assim se fez. Ele só acordou às 6h da manhã. No entanto, isso era um grande erro. Os bebês precisam mamar de três em três horas para se manterem alimentados. Durante todo dia, não consegui amamentar o Pedro direito. Ele não abocanhava corretamente meu seio e nem sugava como deveria. Eu, no entanto, não percebi. Achava que tudo estava certo.

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Eu quero a vida do Zé Bob!

julho 25, 2008

Hoje é dia de protestar no meu blog: eu quero a vida (profissional) do jornalista Zé Bob, da novela A Favorita (Globo)!  Essa semana foi daquelas. Quase enlouqueci. Aqui somos três jornalistas e um estagiário que, na verdade, já é outro jornalista (apenas sem diploma). Acontece que o assessor do presidente está de férias e o outro viajou para o Sul com a incumbência de cobrir as Olimpíadas do Conhecimento. Conclusão: estou trabalhando por três. O Jornal de Fibra, nosso boletim diário, já faz parte do meu dia-a-dia. Somos dois jornalistas responsáveis por ele. Mas, além de fazê-lo sozinha, tive que cobrir eventos fora e fazer assessoria ao vice-presidente da casa. Em um deles, o governador em exercício do DF fez-me o favor de deixar a mim e a outros jornalistas plantados pela manhã, chegando ao evento ao 12h. Resultado: engoli a comida e fiquei sem o intervalo do almoço. No mesmo dia, fiz matéria pro site, release para imprensa, atendimento de assessoria para os jornalistas que procuram a Federação e, pra fechar o dia, tive que esperar a decisão do Copom sobre a Selic. Ainda ontem tive que chegar mais cedo e preparar um paper para o vice-presidente em dez minutos. Afinal, às 9h tínhamos um lançamento do Banco do Brasil no nosso auditório e o próprio Banco não nos avisou. Correria total. E, justamente nessa semana, tenho prestado mais atenção ao personagem Zé Bob da novela das 8. Ele trabalha em uma redação de jornal. Essa é uma das áreas mais corridas do jornalismo. Muitas vezes o jornalista recebe até três pautas por dia, tem dead line super curto, o que resulta em várias horas extras por dia.  Mas essa não é a realidade do jornalista Zé Bob. Ele não fica na redação, escolhe as suas próprias pautas, não tem hora pra entrar e sair da redação, não recebe broncas da editora e, além disso, vai para o Guarujá (durante a semana) para curtir um marzinho… É de rir. Essa não é a profissão de jornalismo. Aqui mesmo vivemos realidades distintas. Ora realizamos eventos que nos faz usar salto alto, maquiagem, terninho, com as maiores autoridades do DF e do Brasil, ora realizamos eventos em cidades carentes, muitas até sem asfalto, trocamos o terninho por calça jeans surrada e tênis velho. Aqui também escrevemos pra nossa revista, gravamos pra rádio, fazemos produtos internos como o Murão e o Informe do Sistema. Isso é jornalismo. Daí a Globo me faz o favor de mostrar a profissão totalmente deturpada. Não custava ter ido a uma das redações da “Central Globo de Jornalimo” pra conhecer o dia-a-dia de um jornal. Mas, fica aqui o meu protesto, se o que Zé Bob faz é jornalismo, eu quero a vida dele. Por favor! Preciso de um emprego desses!

Um ano e quatro meses!

julho 23, 2008

Epaaa… hoje é dia 23. Meu bebê completa 1 ano e 4 meses. Nossa, como o tempo passa rápido! A novidade da semana é que meu pimpolho passa pelo sofrimento do nascimento do seu primeiro dentinho molar. Mesmo com dor e sem conseguir comer, meu filhote não fica nervoso e continua o mesmo amor de sempre. Além disso, ele está cada dia mais esperto e inteligente. É incrível como aprende as coisas rápido. Hoje na hora do almoço ele soprava bolinhas de sabão. Ontem, eu e meu marido comentávamos como ele dorme. Ele estica as mãozinhas debaixo do travesseiro e vira a cabecinha de lado. Igualzinho o pai. Agora a brincadeira preferida dele é esconder. Ele se cobre com o cobertor, fica bem quieto e nos grita para irmos achá-lo. Faz isso umas 50 vezes na mesma noite. Quanto aos passinhos, acho que ele vai ser um velocista. Corre numa velocidade incrível. Nem parece que tem pernas tão pequenas. E nós, adultos, temos que manter a forma para acompanhar o pique do rapazinho. O Pedro ganhou um presente essa semana. O papai deu uma guitarra. E bem barulhenta. É claro que ele já aprendeu a tocar e balançar a cabecinha pra cima e pra baixo.  Ah… já ia me esquecendo. Hoje pela manhã, ao trocar seu pijama, liguei a televisão. No momento, passava o programa Mais Você, da Globo. Eu nem percebi o que passava. Mas o Pedro, imediatamente gritou: Oh, lousé, lousé. Eu não acreditei. Como assim?! Louro José? Eu não costumo assistir isso perto dele. Mas ele sabia que aquele papagaio era o Louro José. Com essas novidades, vou curtindo meu filhote e contemplando, meio abobada, seu desenvolvimento diário.

Como estabalecer prioridades depois de se tornar mãe…

julho 22, 2008

A Lista
Oswaldo Montenegro

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais…
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar…
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?

É… outrora eu ouvia essa música e não fazia muito sentido em compará-la com a minha vida. Hoje me traz uma nostalgia profunda. Não preciso ir muito longe. Dez anos seria muito tempo. Uns cinco anos, talvez. Há cinco anos minhas prioridades eram totalmente outras e eu nem imaginava o que me esperava pela frente. Na época, ainda estudante, ainda estagiária, totalmente solteria, com muitas resposnabilidades, mas sem muitas preocupações. Muitos amigos. Amigos estes que fazem falta e continuam a morar no meu coração. Eu também era muito ocupada (muito mesmo), mas com as coisas do Senhor. A Igreja era minha segunda casa, o servir era meu comprimisso primeiro, em Deus estavam todas as minhas serguranças. “Ai de mim se eu não Evangelizar!” Naquele tempo, minha luta era contra o pecado. E minhas conquistas eram as virtudes. Meu sonho era encontra um bom rapaz e me casar. Meus segredos eram outros. Meu corpo também. Meus defeitos pareciam maiores e mais difíceis de serem mudados. Eu não precisava pensar duas vezes para marcar compromissos ou mesmo pra sair no frio. Comia quando tinha tempo ou quando a fome apertava. Era a mais jovem do grupo… Quanta coisa mudou. A menina Suzana ficou lá trás e deu lugar a mulher Suzana. Hoje casada, mãe, profissional, luto pra conseguir colocar as prioridades certas em minha vida.

O relógio é meu inimigo número um. Hoje, minha luta é contra o tempo. E ele consegue me vencer. Neste mês pude rever três casais de amigos que fizeram parte do meu passado. Fiquei a pensar no que tenho deixado pra trás. Todos eles tiveram grande importância na minha vida enquanto solteira e hoje não tenho tempo nenhum de cultivar essas amizades. Confesso ter medo de que elas fiquem perdidas no tempo. Dany e Guilherme, Nykolay e Juliana, Keity e Gustavo. Fica aqui o mais sincero desejo de que vocês sempre façam parte da minha vida, do meu dia-a-dia. Pessoas que foram capazes de me carregar no colo quando eu não tinha mais forças para caminhar. Obrigada por existirem. Perdoem-me pela minha ausência.

Hoje também tenho dificuldades de ter tempo para aqueles que outrora me viam todos os dias: minha família. Sábado passado recebi uma visita rápida da minha irmã Renata e da minha mãe. Que delícia. Poucos minutos foram o suficiente para preencher meu coração. Vi o Pedro e o Gabriel (meu sobrinho de 8 meses) brincando juntos. Nova geração. Novos tempos… Mas a falta de tempo para minha família também me angustia. O marido que tanto pedi a Deus está ao meu lado. Também não tenho tempo pra ele. O Pedro acaba por receber as nossas últimas forças do dia e depois estamos esgotados. Nosso bebê merece o melhor de nós, já que o trabalho consome quase todo dia, cinco vezes por semana.

O meu servir também ficou em segundo plano. No entanto, como sabemos a importância de estarmos inseridos na comunidade cristã, estamos a procura de uma pastoral que tenha o nosso perfil. Que Deus me perdoe também e tenha misericórdia de mim. Hoje compreendo a passagem bíblica que diz “Há um tempo para cada coisa!”. Que eu tenha sabedoria de administrar corretamente os meus afazeres e não deixar passar coisas e pessoas importantes. Dias de mãe…

Apesar da semana corrida, hoje é sexta-feira!

julho 18, 2008

Ufffaaa… Hoje é sexta e eu venci duas semanas de trabalho acumulado e noticiários de economia sem pauta pra mim. Julho é assim mesmo. Mês de férias. Senado e Câmaras parados… Todo mundo viajando. E a Federação onde trabalho quase pára. Portanto, nada de notícias pro meu jornal diário. Ainda resta uma semana pela frente. Essa há de ser mais “pauleira” ainda. O assessor do presidente entrou de férias também. Sobrei. Agora, resta-me o trabalho de três jornalistas até o fim do mês. Lá em casa as coisas andam bem, fora as doenças conseqüentes do tempo frio e seco. Agora é a vez do meu marido que se encontra de cama, recuperando-se de uma sinusite. Apesar das febres nas alturas, ele está bem. Ontem tomei um susto com o Pedro. Ao colocar o pijama pra ele dormir, deparei-me com sua perninha toda empolada. Apliquei a pomada recomendada pela pediatra e dei um anti-alégico pra ele. Depois de alguma tempo, algumas “bolinhas” saíram, dando lugar pra outras. Hoje pela manhã, já não havia nada. Muito estranho, já que não saímos da rotina e ele não comeu nada de diferente. Ah… hoje acordou um pouco menos frio aqui em Brasília. Essa semana foi duro agüentar os cinco graus registrados pela manhã. Até tive que comprar umas luvas pro Pedro e aumentar o estoque de tocas dele. Afinal, tudo que eu menos preciso no momento é mais uma crise de bronquite no meu baby. Ah… vou voltar a escrever sobre meus dias após o parto. O próximo tema será sobre o que vivi em casa. Portanto, aguardem!

Igreja comemora o Ano Paulino: se não tenho por que morrer, não tenho porque viver

julho 16, 2008

Levando em consideração que a Igreja comemora o ano de São Paulo Apóstolo, pedi ao meu pai, Paulo Cezar, futuro Diácono, que preparasse um texto sobre este grande santo, a fim de que eu postasse neste blog. Espero que gostem. Fica aqui, então, o agradecimento ao paizinho que eu tanto amo. Segue o texto:

Faz dois mil anos que nasceu em Tarso da Cilícia, hoje Turquia, aquele que era chamado “o Apóstolo das Gentes”, ou seja, das Nações ou, simplesmente Paulo (em língua grega) ou ainda Saulo (em hebraico).  Mas quem era esse Paulo? Ele mesmo tratou de responder essa pergunta diante do povo de Jerusalém, que gritava e pedia sua prisão e morte: “Eu sou um Judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mais cresci nesta cidade, formado na escola de Gamaliel, na mais rígida norma da lei paterna, cheio de zelo por Deus” (At 22,3). Paulo não conheceu Jesus em vida, em Jerusalém ou nas estradas da Galiléia, como os Doze Apóstolos, mas sendo o primeiro a ter tido experiência com o Ressuscitado, abriu esse caminho místico a todos os cristãos que aceitaram a mensagem de Jesus. Esse judeu, que era também cidadão romano, recebeu como missão ir pregar a Palavra de Deus a todos os homens: primeiro em Antioquia e na Ásia Menor, depois na Grécia e em Roma. Paulo é o personagem mais bem conhecido da primeira geração cristã, tanto pelas cartas que escreveu, que representam para nós uma fonte excepcional, quanto pela história de sua vida narrada por Lucas, nos Atos dos Apóstolos. Todavia, sua figura, continua a ser misteriosa. Hoje eu gostaria de refletir, não uma história passada, irrevogavelmente superada, mas de enfatizar que também hoje Paulo quer falar conosco. Neste Ano Paulino, devemos escutá-lo para aprender com ele, qual nosso mestre, a Fé e a Verdade, que são as nossas raízes desde os primeiros discípulos de Cristo. Nesta perspectiva quero acender uma especial “Chama Paulina”, que permanecerá acesa em meu coração, durante este ano e, oxalá, ao longo de minha vida. Neste ano preciso mudar a minha pergunta inicial (Quem era este Paulo?) e me perguntar, sobretudo: Quem é este Paulo? O que ele disse a mim? Como devo imitar o seu testemunho no Novo Testamento? Talvez, preciso, inicialmente, refletir a sua Carta aos Gálatas onde ele nos dá uma profissão de fé muito pessoal, onde abre o seu coração aos leitores de todos os tempos e revela qual seria a mola mais íntima da sua vida: “Vivo na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20a).
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A violência está ao nosso lado

julho 15, 2008

Em julho de 2004 fiz o curso Paulo, das Escolas Santo André (Nova Evangelização), no Rio de Janeiro, mais precisamente no Colégio Regina Coeli, na Tijuca. Durante os nove dias que passei no local, pude vivenciar duas realidades opostas. Ao mesmo tempo em que “mergulhava na graça de Deus” dentro da casa de retiro, com a presença de Prado Flores, um dos leigos católicos mais conhecidos no mundo por sua ação evangelizadora, eu pude viver o medo da violência do Rio de Janeiro, ao dormir ao som dos fogos de artifício, somados a muitos tiros de armas pesadas, disparados logo em frente, no morro do Borel. Numa das noites, lembro-me que era dia de jogo de futebol: Brasil X México. O Brasil goleou o México por 4 x 0. A comemoração no morro foi a base de tiro. Muito tiro. Alguns amigos que fiz lá, acostumados à realidade da cidade, riam de mim e de cursistas que moravam em outras cidades, ao dizer que aquilo fazia parte da rotina de quem vive no Rio. O nosso medo, portanto, era motivo de chacota, já que “ouvir tiros” virara natural para eles. Isso me assustou. Aqui em Brasília, eu não durmo ao som de tiros e, inclusive, eu não sei reconhecê-los. Quatro anos se passaram. E hoje eu presenciei uma cena que revela, de fato, que não há mais lugar seguro pra se morar. Brasília não está mais tão distante da realidade do Rio.

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Fim de semana: Família e São João

julho 14, 2008

O fim de semana foi reservado para os encontros familiares. No sábado, aproveitamos a manhã fria (com sol) pra fazer compras. Início de mês é isso mesmo. As coisas vão acabando e não temos como fugir da visita ao supermercado. À tarde tentamos descansar. No entanto, como meu novo e “querido” visinho resolveu destruir o apartamento, não tinha quem conseguisse dormir com a barulheira da reforma ao lado. Fica aqui, então, meu profundo desejo de comprar uma casa. Lá pelas 18h, nos preparamos pra levar o Pedro a sua primeira festa junina: calça jeans, botina, toca pra proteger a cabecinha e os ouvidos do frio, além de duas camisas de manga cumprida e um casaco aquecer. Prontinho. Fomos então pra festa. Lá encontramos toda família. Vovô, vovó, titias, titios, primos, incluindo meu lindo sobrinho Gabriel (de oito meses), filho da minha – também linda – irmã Renata, e uma amiga que convidei. O frio não estragou a noite. O Pedro, que não quer mais saber de colo, correu pra todos os lados, inclusive nos dando a graça de suas paradinhas para dançar na frente do palco onde havia show com música caipira. Além disso, não preciso dizer aqui que a atração da noite para o pimpolho foi o a fogueira. Quando a acenderam, ele passou a pular de colo em colo pra vê-la de perto. Muito lindo!

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Muitas palavrinhas novas

julho 11, 2008

Bem, como todos sabem, o Pedro já deixou de ser um bebê e agora já está ficando um homenzinho. A cada dia que passa, mais espero fica. Vira e mexe eu e o Alê percebemos que ele está balbuciando palavras novas. Ontem, ao buscarmos o Pedro na casa da minha sogra, ouvimos a mais recente do seu vocabulário. Dudum! O bico que ele faz pra pronunciar o fonema “Du” é lindo demais. Daí, chegamos a conclusão que ele estava chamando a cachorra Dumdum. Essa é a única cachorra no mundo que tem dois nomes. Afinal, o nome mais comum da cadela é Princesa. Esse, o Pedro já chama faz algum tempo. Segundo ele: “Pitesa”. Papá, Mamã, vovô, vovó, neném, não-não, já são palavrinhas antigas também. Ultimamente, ele tem inventado palavras extras pra falar algo. Por exemplo, pra chamar o pai ele fala pté, pté, papá. A mim, é miné, miné, mamã. Ah… a mamadeira também tem nome, chama-se “mé”. Meio sugestivo, mas ele toma mesmo o iogurte de cada dia! (rsrsrs). A bó, como ele chama a bola, foi uma das primeiras coisas que aprendeu a definir. Isso resultou na compra de umas quinze bolas lá pra casa. Ele também sabe mostrar e falar do pé e da mão. Outras partes do corpinho como cabeça, olhos, orelha, boca, língua, dentes, barriga, joelho, ombro… ele mostra mas não sabe falar o nome. E assim ele vai aprendendo, dia-a-dia, como é o nome das coisas e pessoas. Além disso, ele não se importa. Uma vez que se fez entender, meta cumprida. E nós, com isso, vamos nos surpreendendo com sua inteligência e capacidade criar ao entender o mundo e as coisas.