Archive for setembro \29\UTC 2008

Como é bom servir a Deus

setembro 29, 2008

Ah… como é bom servir a Deus. Já tinha até me esquecido como é delicioso poder estar a serviço de Deus e dos irmãos, como é bom ver tantas pessoas empenhadas em um propósito único: evangelizar. O fim de semana foi lindo. Tive a oportunidade de resgatar tantas coisas e sentimentos bons em meu coração. Confesso que sentir saudade de Deus não é nada bom. Isso porque Ele sempre está ao nosso alcance. Somos nós que colocamos inúmeras barreiras para não estar ao Seu lado. Enfim… foi muito bom o trabalhar no III Econtro de Casais com Cristo da paróquia. Só me doeu a saudade do pimpolho que teve que ficar mais dois dias com a vovó. Não gosto de sentir saudades do filhote também, mas foi por uma boa causa. Além disso, estar ao lado do meu esposo amado no serviço a Deus também foi um resgate do nosso passado, da nossa juventude. O encontro fez com que aumentássemos nosso diálogo, relembrássemos de bons momentos e, ainda, nos fizesse entender a nossa dependência de Deus. Mais um passo de amadurecimento no nosso casamento. Ah… estou transbordando… Que o amor de Deus que há em mim chegue a todos vocês.

Quatro anos de muito amor e cumplicidade

setembro 26, 2008

Durante todo fim de semana, eu e o Alê estaremos trabalhando no Encontro de Casais com Cristo (ECC). Essa será uma oportunidade de “voltar ao primeiro amor” (Ap 2,4). Poderei, assim, experimentar as delícias de Deus, do servir, como o fazia há mais de dez anos, quando ainda era uma adolescente. E, falando nisso, amanhã, dia 27/9, completam-se quatro anos que eu e meu esposo iniciamos o nosso namoro. Parece pouco para quem namorou, noivou, casou e já tem um lindo bebê. Mas nossa história iniciou-se justamente quando começou minha caminhada na Igreja. Era março de 1997. Eu, com meus 14 anos, fazia o primeiro dos muitos cursos que viriam em minha vida na Igreja. Era o Curso de Formação de Evangelizadores, mais conhecido como curso de Evangelização. O Alê acabara de fazer o curso em outra paróquia e vinha participar conosco para, no fim daquele mês, evangelizar de porta em porta. Ele era quatro anos mais velho. Não tão moço como eu. Mas, mesmo assim, já me fitara com seus olhares. Jovenzinha, observei-o, mas não passou disso. Ali, nascia uma grande amizade.

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Pedro: 1 ano e 6 meses de vida!

setembro 23, 2008

Hoje, 23/09, o querido pimpolho completa 1 ano e 6 meses. Lembro-me com clareza os detalhes daquele dia 23 de março de 2007. O barrigão era tamanho que parecia ter dois meninos dentro. A ansiedade não cabia em mim. O maridão, como sempre, ao meu lado e, com certeza, mais nervoso que eu. A probabilidade de ser encaminhada para o centro cirúrgico naquela consulta era grande, devido às 38 semanas completas naquele dia. Assim, as malas já estavam no carro e só faltava esperar meu bebê, já muito amado, nascer. As expectativas se tornaram fatos. Subi para o centro cirúrgico, avisei a toda família (que também esperava ansiosa) por telefone. Em minutos, todos estavam lá no hospital. Logo mamãe entrou para ver-me e o som da voz do meu pai fez-se ouvir. O Alê, ao meu lado, sua prima Renata, preparada para gravar tudo e não perder a cena do nascimento. O meu obstetra subiu, entrei na sala de parto, fui preparada, anestesiada, e, dali um pouco, às 19h54, vi o Alê sorrindo e meu bebê sendo levado pela enfermeira. Estava um pouco “grog”, confesso.  As emoções eram confusas e eu tremia. O Alê correu para junto do Pedro. Havíamos combinado tudo. Nada de deixar o filhote sozinho.  Nascera com 3.070 kg e 50 centímetros. O apgar foi muito bom: 8-9, mesmo com o cordão umbilical enrolado, duas vezes, no pescoço. Da sala de recuperação, eu ouvia meu bebezinho chorar. Ele ficara bravo por outra garotinha, recém-nascida também, que gritava ao lado. O Alê corria, ia e vinha, querendo acudir a nós dois. Lembro-me naquele momento o que me disse: “Obrigado por ter me feito o homem mais feliz do mundo”. Logo trouxeram-me o Pedro. Tão pequeno, tão frágil. Olhei pras suas mãozinhas. Os dedos cumpridos e as unhas perfeitas, idênticas as do pai. Nunca me esqueci disso. Não abocanhou meu peito de imediato e, na verdade, demoraria alguns dias para se adaptar com o novo mundo e como deveria se alimentar. Mas aquela cena ficará para sempre gravada em minha memória e guardada com devido cuidado. Hoje, já grande, aprontando um monte de travessuras, arrancando-me gargalhadas com suas novidades, surpreendendo-me com sua inteligência e, algumas vezes, acordando-me com um beijo estalado no rosto, continua a ser meu bebezinho. Acho que será assim sempre. Meu bebê. Aquele que chutava meu ventre e não me deixava dormir, hoje sobe na minha cama no meio da noite para se aconchegar novamente em meu corpo. Aquele que dependia de mim para comer, para dormir, para ser retirado do berço, hoje corre pra todos os lados, toma suas mamadeiras sozinho, pede água, toma banho quase sem minha ajuda e, ainda, não depende de mim pra dormir. Meu bebê. Como cresceu.  Meu amor por ele cresce junto. Sem entender como posso amá-lo mais. Que Deus o abençoe sempre, meu filho amado.

Meu coração pulou
Você chegou me deixou assim
Com os pés fora do chão
Pensei que bom
Parece que enfim acordei
Pra renovar meu ser
Faltava mesmo chegar você
Assim sem me avisar…
Você caiu do céu
um anjo lindo que apareceu
com olhos de cristal
enfeitiçou
eu nunca vi nada igual
de repente
você surgiu na minha frente
luz cintilante
estrela em forma de gente
invasor do planeta amor
você me conquistou…”

Remédios, arrumação da casa e as estripulias de um bebê perigo…

setembro 22, 2008

O Pedro está bem, apesar de estar tomando tantos remédios. O fim de semana, como disse, foi em casa. Só saímos para participar da Santa Missa e, mesmo assim, cada um numa celebração diferente para podermos poupar o Pedrinho. Nada mal para um fim de semana com chuva.

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O primeiro antibiótico…

setembro 20, 2008

Próximo de completar um ano e meio, o Pedro foi presenteado com a primeira dose de antibiótico. Hoje, decidi levá-lo ao pediatra por causa da febre que falei no post anterior. Ela não era alta, mas não cessou. Somada a ela, apenas uma tosse que já vinha se arrastando por alguns dias. Como o tempo de Brasília estava insuportável, devido ao tempo demasiadamente seco e quente, era fácil prever que a saúde do Pedro não resistiria por muito tempo. Conclusão: depois de uma tarde toda plantada na clínica com o Pedro e da peregrinação por um hospital que fizesse Raio-X de emergência, o diagnóstico foi início de pneumonia. Não bastasse, ainda há sinal da bronquite que insiste em perseguir meu pimpolho. E, assim, pela primeira vez em sua vidinha, o Pedro tomará antibiótico.  “- Por dez dias!”, disse o pediatra. Além disso, toda medicação forte para combater a bronquite. Afff. Isso quer dizer que a programação para o fim de semana já está cancelada. Repouso para o Pedrinho e para nós também. Que Deus cuide do meu pequeno. Com certeza, ficará bem!

Seja bem-vinda, Sra Chuva

setembro 18, 2008

Enfim, Brasília começou o dia com a tão esperada chuva. Não foi um dilúvio como em Minas, mas os poucos minutos daquela água caindo do céu foram o suficiente para sentir o cheiro (quase esquecido) de terra úmida e ar agradável de respirar. Pensando na chuva que há de vir, ontem providenciei a reforma nas paredes que ficam abaixo das janelas lá de casa. O fato é que quando a chuva é intensa, elas acabam por quebrar e mofar. Um veneno pra quem tem histórico de bronquite como o Pedro. Portanto, paredes reformadas e pintadas. Nada de mofo pro meu filhote.

Esta noite o Pedro teve uma febre alta. Acordei ás 3h da madrugada com uma mãozinha super quente sobre mim. Tomei um susto. Ele ardia em febre. Corri e busquei o remédio. Não sei ainda o motivo da febre. Logo depois do Pedro pegar no sono, ontem à noite, ele acordou diversas vezes chorando. Como isso não é normal, deixei-o dormir conosco. Havia algo errado. A febre foi a resposta. Hoje ele acordou bem. Espero que só seja reflexo dos oito dentes que resolveram nascer todos juntos.

No trabalho as coisas andam calmas, mas por pouco tempo. Os grandes eventos se aproximam e, junto a eles, muito trabalho. Entretanto, jornalismo é isso. A notícia é que movimenta nossas vidas.

Pedro…

setembro 17, 2008

Esta é uma homenagem da amiga da Comunidade Crescer, a poetisa Paula Belmino, para o meu filhote:

Pedro… É pedra!
E pedra é forte
Faz castelos… Constrói sonhos
Pedro é fundamental
Pois que se ergue
Estabelece-se, se firma.
Pedro é ideal!
Um sonho de liberdade
Nome que traz história
Pedro é de Deus a glória
Pedro, casa feliz!
Pedro benção nos diz
Pedro é pedra
Forte, firme, rara.
Pedro! Meu Pedro!
Tu és o sonho ideal
Por que pra mim és especial

Os Backyardigans: por que eles os amam?

setembro 16, 2008

Cinco personagens, um quintal, muita música e uma paixão. Falo do desenho Os Backyardigans, a nova febre da criançada.  E o Pedro não fica fora dessa. Ele adora um personagem em especial: O Pablo, um pingüim. Eu não sou muito fã de desenhos. Essa qualidade eu deixo para o meu esposo que ainda se diverte assistindo todos possíveis. Mas não é que os Backyardigans são bonitinhos mesmo?!   O desenho, que também é um musical,  gira em torno de cinco amigos (Pablo, Uniqua, Tasha, Tyrone,  Austin) que moram na mesma rua e brincam juntos compartilhando  diariamente o quintal. Usando a imaginação, eles “transformam” o quintal em mundos completamente diferentes nos quais eles têm muitas aventuras. Só de ver a musiquinha de abertura o Pedro pula, bate palma, grita e fica emocionado… Meu marido acabou por comprar um boneco do Pablo pra ele. Outro dia desses eu comprei uma sandália dos Backyardigans. O Pedro não só adorou como não deixa ninguém tirar a sandália de seus pés. É um choro só. O Alê o presenteou com a camisa dos Backyardigans também. Outro choro para tirar a blusa. O fato é que o desenho é bem lindinho e, ainda, educativo. Nada de guerra, mortes e toda violência que vemos nos desenhos que passam todas as manhãs na nossa TV aberta. Aliás, fica aqui um conselho. O canal Discovery Kids é muito educativo e muito bom para os nossos pimpolhos.

O fim de semana…

setembro 15, 2008

A operação de guerra continua lá em casa. Neste fim de semana, a empresa que contratamos instalou a tela de proteção nas janelas. Pronto! Agora podemos abrir as janelas e não mais morrer sufocados com o calor de Brasília. Falando no calor de Brasília, estou tentando  (a todo custo) não deixar que o Pedro adoeça com este tempo mais que seco. Está difícil de respirar e meu bebê está sofrendo as conseqüências da falta de umidade. Seu rosto está com a pele totalmente ressecada. Tenho me utilizado de hidratantes, mas não têm dado muito resultado. Ele está com o nariz com coriza e tem respirado mal. Além disso, o corpo está cheio de brotoejas por causa do calor. E, embora eu esteja usando um climatizador e um umidificador dentro de casa, sei que estes podem aumentar a quantidade de ácaros do ambiente e piorar a situação. Uma faca de dois gumes, na verdade.

E não pára por aí! Contei quantos dentes estão nascendo de uma só vez no Pedro: são oito! Quatro em cima e quatro em baixo. Eles resolveram se juntar e nascer todos de uma vez só. Depois dos oito primeiros dentinhos, o Pedro ficou alguns meses sem esse incômodo. Mas, os outros oito estão nascendo no mesmo instante. Mais sofrimento pro meu pimpolho.

Aproveitamos o fim de semana para irmos ao clube. Afinal, lá tem água. Convidamos o vovô para nos fazer companhia. Foi ótimo e muito agradável também. No domingo curtimos o nosso lar doce lar e, à noite, fomos ao Círio de Nazaré, na paróquia Nossa Senhora de Nazaré. Uma delícia de festa. Valeu a pena irmos. Iiiiiii, já ia me esquecendo. Na sexta fomos na casa da vovó Tina. Além de comermos do melhor salgado de camarão, ainda degustamos um bolo de fubá, pãozinho de queijo e outras delícias mais. O Pedro ganhou um copinho super legal com um canudo que sobe pela alça. Ele adorou! A tia Paulinha e o tio Bruno também o presentearam com três lindas camisas do Chico Bento! (Ela sempre teve bom gosto para roupas) Obrigada família linda, nós te amamos.

Enfim… quero aqui deixar meu descontento da minha irmã desnaturada (Rêh) que desmarcou nosso encontro. Depois não reclama da saudade! (rsrsrs) Te amo tmb.

Ah… como é bom ter mãe!

setembro 12, 2008

Ontem falei do meu pai, hoje falo da minha mãe. Bem… num blog de mãe, falar da minha não é uma tarefa fácil. Isso porque minha mãe é um grande exemplo do que é ser mãe.

A característica que mais me impressiona na minha mãe é a caridade. O coração dela é daqueles que cabem a todos e não sobra espaço pra ela mesma. Acredito que ela ama tanto ao próximo que acaba por se esquecer de si. Se vê alguém passando fome ou alguma necessidade, mobiliza qualquer um que esteja por perto em função do outro. Isso é amor. E amor é dom de Deus.

A minha educação, dedico a ela, pois teve coragem de largar seu emprego pra cuidar de nós, filhas. E, assim, pude desfrutar de todo cuidado e amor de mãe. Amor que dá colo, amor que chora junto, amor que consola. Isso é dar a vida. E ela deu a vida por nós, Renata, Paula e Suzana.

Minha mãe é a pessoa mais feliz que eu já vi no mundo. Além de ser simpática, qualidade que não herdei, ela é a mais amiga de todas. Seu sorriso contagia e transforma os lugares por onde passa.

Ela também é aquela mãezona. Aquela que está pronta pra ajudar a qualquer momento. Seja de madrugada, seja durante o dia. Naqueles momentos que precisamos de socorro, ela é a primeira a estar de prontidão. Aliás, cabe aqui uma ressalva. O que seria dos meus primeiros dias de mãe sem ela? Meu porto seguro, meu maior exemplo.

Minha mãe é um exemplo de fé. Fé que não precisa de explicações, de estudos, de provas. Mas uma fé que acredita em um Deus que ama e que olha por nós. Fé aquela que Cristo falou a Tomé: “Feliz daquele que acreditou sem ver”. 

Não poderia deixar de dizer que ela é uma leoa. Não falem mal das suas filhas e nem dos netos. É arranjar briga na certa. E briga das grandes.

Ela também é mãe que chora. Chora na alegria e na tristeza. Chorou quando nós chorávamos pelos namoros que não davam certo, chorava pelas aprovações na faculdade e gritava muito nas colações de grau. Chorava quando um netinho nascia e chora até hoje quando eles adoecem. Chora também quando temos problemas com os respectivos maridos. Chora quando ganhamos aumento de salários, ou mesmo quando compramos o primeiro carro ou a casa própria.

Minha mãezinha, como a chamo, é amiga. A melhor e mais cúmplice delas. Aquela que guarda segredos e ainda ajuda na solução dos problemas. Aquela que escuta horas a fio de lamentação. Aquela que não dorme quando estamos com problemas. Aquela que briga e mostra quando estamos erradas.

Minha mãe é o reflexo de Maria na minha vida. É o tipo de mãe que eu desejo ser: a melhor de todas. É aquela que sofre, mas supera os momentos difíceis. E aquela que ama em silêncio e atitudes. Sem falar que é aquela que reza e clama por nós sempre que precisamos.

Ah… como é bom ter mãe e poder fugir de vez em quando e sentar em seu colo como se criança eu ainda fosse. Como é bom ligar pra ela nos momentos de tormenta e poder contar com seus experientes cuidados maternos. Como é bom visitá-la e provar daquela comida que continua a ser a melhor do mundo. Como é bom ver que é possível criar bons filhos sem que eles se tornem delinqüentes da nova sociedade. Como é bom ainda poder fingir uma gripe e sair correndo pra buscar uma canja de galinha (a minha preferida). Como é bom levar o Pedro pra sua casa e poder vê-lo recebendo carinho de vó. Como é bom ainda rir com sua gargalhadas sem fim. Como é bom amar como mãe e receber amor de mãe!

Te amamos:
Suzy, Alê e Pedro