Archive for novembro \28\UTC 2008

Um sufoco!

novembro 28, 2008

Estou sumida, eu sei. Mas os dias que se passaram não foram dos melhores. Tinha muitos posts para escrever aqui como as comemorações do meu 3º aniversário de casamento, que se deu no último dia 19. Poderia também falar do aniversário do maridão que é hoje. Mas o fato é que o Pedrinho não andou nada bem nesses dias. Depois de um princípio de pneumonia, do contágio de uma escarlatina e a imunidade baixa que resultou em mais uma crise de bronquite, o Pedro foi submetido a uma quantidade excessiva de medicamentos – dos quais posso citar antibióticos, corticóides, berotec, atrovent, bissolvon, descongex, transpulmin, hixizine, entre outros – todos devidamente prescritos por pediatras. Assim, o pequeno teve uma séria crise alérgica que empolou todo o seu corpinho e não conseguiu sair do quadro infeccioso respiratório. Depois te ter visto o rosto de interrogação da pediatra do Pedro que não conseguiu identificar o que ele tinha e após ouvir um experiente homeopata dizer-me que não tinha diagnóstico para o meu filho, surtei. O homeopata recusou-se a passar qualquer tipo de medicação alopata, inclusive antitérmicos e me deixou durante toda semana em casa observando o comportamento do Pedro e a evolução da doença. Era uma péssima hora para me ausentar do trabalho devido ao volume de coisas a fazer. No entanto, a saúde do Pedrinho está em primeiro lugar em minha vida. Assim, após uma semana de sufoco e de uma melhora lenta do pequeno, o diagnóstico foi intoxicação pelo “coquetel” de medicamentos a que o Pedro foi exposto. Afff. A coisa poderia ter sido séria demais. Mas, a homeopatia resolveu, o Pedrinho está melhorando (graças a Deus que não deixa de olhar por nós) e eu já retornei ao trabalho. Agora é cuidar para que ele não pegue, de forma alguma, uma nova doença porque sua imunidade não anda lá essas coisas. Só fica aqui um desabafo. Não sou médica, fiz jornalismo. Por isso, sempre levo meu filho ao pediatra sempre no início de qualquer doença. Além disso, não pulo de médico em médico. Os remédios que o meu filho tomou foram receitados. Eu nunca o auto-medicaria. Acho isso um perigo. Mas, ainda assim, ele sofreu pela quantidade de remédios receitados. Isso me entristece. Agora, mesmo que eu pague uma fortuna, tentarei tratá-lo sempre na homeopatia. Espero que dê certo.

Sim, eu brinco com o meu filho

novembro 12, 2008

Tentarei responder a perguntar “você brinca com seu filho?” do site Desabafo de Mãe. Quando me tornei mãe, além de ganhar muita experiência e amadurecer com as tarefas que a maternidade exige, pude também resgatar a criança que ainda existe em mim. O fato é que um bebezinho dentro de casa alegra a nossa vida e nos faz buscar, dentro de nós, as pequenas coisas que podem fazê-los felizes. Hoje, meu filho tem um ano e sete meses. Trabalho o dia todo e tento fazer das poucas horas que passamos juntos as melhores horas do seu dia. Portanto, ao chegarmos em casa, sou completa dele. E é claro que eu brinco com meu filho. De tudo um pouco! A melhor de todas é brincar de esconde-esconde. Ele me procura por toda casa e quando eu apareço e digo “Te achei”, ele corre sem rumo, rindo sem parar. Ele também se esconde, mas sempre no mesmo lugar! Eu, para não estragar a brincadeira, faço o maior suspense até achá-lo. E quando o encontro atrás do sofá, ganho o mais lindo sorriso do mundo. E a brincadeira sempre recomeça… Brincamos também de fazer cabaninha debaixo dos cobertores, com direito a lanterna e tudo mais. Quando o papai não está em casa, aproveitamos até para dançarmos juntos. Da musiquinha de abertura dos “Backyardigans” até um velho sucesso de Caetano Veloso, vale tudo. Existem as brincadeiras tradicionais também. Montamos e desmontamos as peças do lego, construindo torres, casinhas, estradas… o que a nossa imaginação permitir. Com os gizes de cera, rabiscamos o caderno de desenho e, um amontoado de linhas retas podem até ser o papai! A leitura diária também se torna uma brincadeira quando surgem as vozes e os personagens ganham vida. Além disso, nos dias de sol, até dou os meus chutes de artilheira, embora nunca tenha jogado uma única partida de futebol. Também canto para ele e ensino todas as canções infantis que a minha memória me permite lembrar, com coreografia, inclusive. Durante esses momentos, toda tensão do meu dia-a-dia vai embora. A intimidade com o meu filhote aumenta. E, além disso, tenho certeza de fazê-lo mais feliz.

Atualizando…

novembro 11, 2008

Como sabem, na sexta-feira, o papai voltou de São Paulo. Saí mais cedo do trabalho e levei o Pedro pra buscar o maridão. Chegamos lá às 18h – muito antes do horário de chegada do vôo, devido ao medo que tive de pegar um engarrafamento no caminho ao aeroporto. Levei então o Pedrinho para ver os aviões pousando. Ele ficou alucinado como sempre ao ver aqueles gigantes descendo do céu. Após mais de uma hora de espera, desci para o saguão do Aeroporto a fim de esperar o papai sair da sala de desembarque. Com o mau tempo, o avião atrasou. Mesmo com a demora, o Pedrinho se comportou muito bem.  Às 19h40, foi informado que o vôo da TAM 3277 estava no pátio. Levantei-me e coloquei o Pedrinho de frente para o vidro para ver se achava o Alê. Foi uma das cenas mais lindas que já vi. Devido a saudade, o Pedro deu um grito de emoção quando fitou os olhos no pai. Deu uma gargalhada nervosa e acompanhou cada passo do Alê como se não quisesse perdê-lo de vista. Assim foi o retorno do Alê.

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Resenha: Os Filhos da Revolução

novembro 7, 2008

Terminei de ler o livro (Os Filhos da Revolução), escrito pelo meu amigo jornalista, Patrick Selvatti. Segue resenha.

No romance Os Filhos da Revolução, Patrick Selvatti fala sobre uma geração que cresce em meio a grandes transformações políticas e culturais, numa capital recém construída no meio do nada.  Com grande naturalidade, o autor mistura realidade e ficção, entrelaçando as estórias dos jovens personagens aos fatos marcantes de Brasília na década de 80 como as passeatas pelas “Diretas Já”, a forte presença do militarismo na capital, as diversas manifestações culturais e, inclusive, os ícones que marcaram essa geração. Durante a narrativa, Selvatti traz à tona, ainda, conflitos da adolescência como a descoberta da sexualidade, o mal das drogas e da bebida, a imaturidade e a responsabilidade andando de braços dados, gravidez e contágio do HIV, além das muitas formas com que os pais lidam com a criação dos filhos – tudo isso ao som do pop rock que surgia na capital federal, com a presença de personalidades como Renato Russo, Zélia Ducan e Cássia Eller. Os leitores mergulharão num túnel do tempo e, de fato, se reconhecerão em alguns personagens, ainda que tenham que “fechar os olhos” a algumas cenas picantes que poderiam ser suprimidas.

Quatro dias sem o papai…

novembro 6, 2008

Desde segunda o maridão está em São Paulo. Portanto, já são três noites dormindo sozinha com o Pedrinho. Ele realmente está carente com a ausência do pai. Além de passar horas olhando a janela pra ver se o pai está chegando, na hora de dormir, agarra-se a mim, e, não contente, ainda abraça o Pablo – o boneco dos Backyardigans. Então dormimos, juntinhos, eu o Pedro e o Pablo. (rsrsrsrs) Ele tem acordado de madrugada também. Não sei se é somente pelo fato de estar com sede (ele toma duas mamadeiras d’água) ou se é para verificar se, por um acaso, o pai voltou. Contudo, meu filhinho é muito bonzinho. Não dá trabalho nenhum, na hora de dormir basta apagar a luz, fazer muito carinho e cantar umas musiquinhas. Em menos de 10 minutos ele apaga.

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Feira da Gestante e do Bebê em Brasília

novembro 4, 2008

pedro-e-ale-de-pijama1Dica para as mamães de Brasília. Será realizada de hoje (4) a domingo (9) a Feira da Gestante, do Bebê e da Criança, no ExpoBrasília (Parque da Cidade). O evento começa às 14h, de terça a sexta-feira, e às 10h, no sábado e no domingo, com entrada gratuita. Quando estava grávida, aproveitei a feira e comprei parte do enxoval lá. O preço geralmente é muito bom, devido à concorrência e à venda direta do fabricante. No entanto, é preciso pesquisar porque também tem uns precinhos bem picantes. Outra dica: tem uma lojinha que sempre expõe na Feira especializada em pijamas. Se não me engano, se chama Mania de Pijama.  Confesso que o motivo que me leva às feiras da gestante é essa loja. Os pijamas são lindos e têm opções iguais para os adultos também. Nas feiras passadas, acabei comprando para o Pedro e para o Alê. Vou colocar fotos para vocês verem como são lindos. Espero que gostem.

Criança é levada à UTI após ser espancada por mãe (Em que mundo vivemos?)

novembro 3, 2008

Ler notícias bizarras e tomar conhecimento de crimes hediondos nos jornais já é algo que se tornou “comum” no dia a dia. Mas confesso que notícias de pais que maltratam seus filhos ainda me chocam. Aliás, depois que me tornei mãe, essas matérias chegam a entalar na garganta. Hoje li no Correio Braziliense que uma mãe de 23 anos espancou a filha (pasmem) de quatro anos, levando-a a precisar de balão de oxigênio para respirar. Após a criança ser encaminhada à UTI, o boletim médico divulgado pelo Hospital de Base informou que a menina sofreu lesão cerebral e o lado esquerdo do corpo estava paralisado, devido ao comprometimento neurológico. Além disso, a delegada-chefe disse à imprensa que, ao conversar com os médicos, soube que a pequena criança dizia, a todo momento, ‘mamãe bateu, mamãe bateu’. Essas coisas me deixam estarrecida.

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Uma semana sem o papai…

novembro 3, 2008

Aproveitei o fim de semana pra matar a saudade do pimpolho. Beijei, abracei, amassei, fiz massagem após os banhos, brinquei de esconde-esconde, li historinhas, fiz cosquinha, dormi agarradinha… tudo isso pra mostrar que eu também estava morrendo de saudade após uma semana muito corrida. Contudo, hoje bem de manhãzinha, o maridão embarcou pra São Paulo. O Pedro o viu levantar, acordou e, como de costume, chorou horrores quando viu o pai sair pela porta. Vai ser uma semana tentando explicar que o papai não dormirá em casa mais um dia… Na viagem passada, como vocês puderam conferir aqui neste blog, o Pedrinho sofreu muito. Isso porque não está acostumado com a nossa ausência. Fazemos tudo juntos. É raro após o expediente ou mesmo nos fins de semana ficarmos longe um do outro. Fazemos tudo a três! Ah… tem uma novidade simples, mas que tem me encantado. O Pedro não fala mais papá e mamã. Agora é papaiiiiiiiii e mamãeeeeeeee. Não bastasse aprender falar o I e o E, ele alonga o fim das palavras. Muito engraçado. Ele também tem falado palavrinhas novas. Acho que resolveu soltar a língua. Num outro post quais são.

Obs.: O Pedro está melhor da escarlatina. Agora, o corpinho tá começando a descascar. Mas ele está ótimo. Sem febre e comendo bem.