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Retrospectiva

junho 9, 2010

Eu sei, eu sei. Como uma jornalista mantém seu blog às traças? Confesso: ele não tem sido mais prioridade. Não porque não faltam novidades sobre o Pedro. Aliás, tenho um monte delas. Falta tempo mesmo. Mas vou resumi-las. Acho que vou dividir em importância e tempo.

Em novembro do ano passado (2009) viajamos para Natal e João Pessoa. Foram 12 dias excepcionais. É claro que o Pedrinho se acabou de tanto brincar, nadar e curtir o dengo do papai e da mamãe. Quanto mais ele cresce mais fica tranquilo viajar e, proporcionalmente, mais leves ficam as malas. (rsrssrs) Vale ressaltar que o fato do Pedro ter feito natação durante o ano passado nos tranquiliza e muito sobre o tema “água”. Nós não o deixamos sozinhos na piscina, é claro, mas agora não ficamos desesperados a cada vez que ele corre em direção dela. Fica a dica! Além disso, fizemos todos os passeios com o Pedro. Andamos de buggy, de Catamarã, fomos a um parque aquático e muito mais.

Ano novo, vida nova. Como Pedrinho já chegava perto dos três aninhos, 2010 foi ano de procurar uma boa escolhinha para que ele iniciasse a sua vidinha escolar. Depois de muita pesquisa e ponderações, escolhemos uma tradicional escola aqui de Brasília, que cuida somente de educação infantil. Minha cunhada é pedagoga e uma das professoras do colégio. Isso facilitou nossa decisão. Pedrinho ficou muito nervoso no primeiro dia de aula, mas se adaptou com facilidade. Fiquei muito feliz pelo meu pequeno, que não é mais um bebê. A cada dia ele chega com uma novidade, uma música nova, uma palavra de inglês que aprendeu… É meu filhinho crescendo e se tornando um cidadão.

No mês de fevereiro, tomei um susto com o Pedro. E essa, as mamães de plantão devem anotar. Certa noite, Pedro dormiu super bem, mas acordou, no meio da noite, com uma tosse horrorosa de cachorro (seca) e sem conseguir respirar. Pânico total. Acordamos e fomos, quase de pijama, para o pronto socorro. Diagnóstico: laringite estridulosa. O nome é tão feito quanto o que causa. O susto é grande mesmo e há perigo da criança ficar roxa e sem ar. Essa doença não tem causa aparente e nem grande consequências, mas rendeu cinco dias de corticóide e atenção.

Em março, decidimos não fazer festa de aniversário pro Pedro. Ano passado a festinha dele foi linda, mas é muito estresse para algumas horas de comemoração. Decidimos ir para Caldas Novas com a grana da festança. Ficamos uma semana por lá. Melhor decisão impossível. Descansamos, brincamos, derretemos nas águas termais de cidade e nos curtimos muito. No dia do aniversário do pimpolho, fomos ao Hot Park, grande atração local e maior praia artificial da América Latina. Pedro não só adorou como lembra de cada detalhe e conta para quem quiser ouvir. Acho que a decisão foi a melhor possível.

Abril foi um mês atípico. Pela primeira vez desde que o Pedro nasceu eu tive que viajar à serviço. Foram longos oito dias longe do meu pimpolho. Fui cobrir os Jogos Nacionais do Sesi em Bento Gonçalves, no Sul do País. A viagem foi linda, mas não há paraíso que seja completo sem meus amores. O frio e os deliciosos vinhos me lembravam o Alê e todo o resto me recordava o Pedro. Pra piorar, deixei o Pedro com uma séria infecção urinária e o Alê com a pior crise de garganta do ano. Mas passou. Todos sobrevivemos. Contudo, é terrível pensar na angústia que dá ficar longe deles. Nada fácil pra esse coração bobo de mãe coruja.

Maio foi mês de reforma na casa da minha sogra e longas semanas para rebolar e dar conta do Pedro. Não dava pra deixá-lo em meio à poeira e aos cheiros fortes, como o de tinta. A decisão, então, foi levar o Pedro alguns dias para a casa da minha mãe e, em outros, trabalhar de casa com ele. Uma loucura.

Agora em junho, neste feriado de Corpus Christi, fomos para um hotel fazenda. A novidade da vez foi a presença do meu pai e das minhas três irmãs pequenas. Pedro adora hotel fazenda. Adora ver os animais, conversar com eles e, principalmente, passar horas na piscina aquecida. Aproveitei que ele dormiu direitinho sozinho no hotel fazenda (não na nossa cama) e fiz todo um teatro para passá-lo, de vez, para seu quartinho. Isso mesmo. Ele ainda dorme na minha cama e isso já virou problema conjugal lá em casa. O mais engraçado é que meu marido gosta que o Pedro durma conosco. Um problemão… Então, consegui. Pedrinho está dormindo sozinho em seu quarto e a noite toda. Com isso, estou devendo um boneco do Homem Aranha – seu ídolo atual (rsrsrs). Espero que dê certo e que eu não tenha que levá-lo pra nossa cama novamente.

É isso. Espero voltar mais vezes e num período muito mais curto de tempo!

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