Encontro de Casais com Cristo: um presente ao matrimônio

Outro dia desses, me perguntaram o que marcou o meu ano de 2010. Parei, pensei… E, de fato, o marco do ano que passou foi o Encontro de Casais com Cristo (ECC) e os seis casais que recebemos de Deus para acompanhar durante um ano.

Eu e o Alê acabamos de fazer cinco anos de casados. Temos um bom casamento, nos relacionamos bem e nos amamos. Mas faltava experiência de vida matrimonial para assumir tal missão. Contudo, quem nos convidou foi nosso pároco, Pe. Olmer, que não aceita “nãos” como resposta. E, pra falar a verdade, nunca gostei de dizer não a um chamado de Deus.

Então, desde agosto passado, acompanhamos seis casais fazendo reuniões quinzenais com o grupo, tratando temas diversos acerca do casamento. Um semestre se passou e temos motivos (vitórias) para comemorar e alguns problemas um pouco mais sérios que nos põe, literalmente, para rezar.

O nosso grupo é homogêneo. Cinco dos seis casais têm até 4 anos de casados, alguns já têm filhos – como eu, e outros ainda não se lançaram na aventura da maternidade. Mas um casal em específico não era casado, embora já se relacionasse há nove anos. A esposa era recém-convertida e seu marido não era sequer batizado.

Após o ECC e a algumas reuniões, apareceu a oportunidade do casamento comunitário e de, com isso, os dois receberem os sacramentos. Assim se fez: em reuniões extras acompanhamos o casal pessoalmente, dando-lhes catequeses. Preparamos ele para o batismo e ambos para a primeira comunhão. Assim, em três meses, eles receberam quatro sacramentos: o batismo, a primeira comunhão, a penitência e o matrimônio. Motivo de muita alegria e louvor a Deus.

Por outro lado, temos um casal – que se ama muito – com sérios problemas de convívio em função da interferência de familiares. Por isso, eles estão em processo de separação e, nós, em processo de “oração”. Porque tudo pode ser mudado pela força da oração. Os demais estão crescendo na fé e superando as dificuldades do dia a dia. E tudo isso é um presente para mim e para o Alê, já que temos aprendido muito com a experiência deles. Além disso, acabamos por nos tornar “pais” e conselheiros dos casais na resolução de conflitos no matrimônio.

Portanto, sabendo que somos apenas instrumentos, tomamos a decisão de rezar o terço diariamente para que Deus nos inspire a conduzir este grupo e para que Deus também guarde nosso casamento.

Na sexta-feira passada, fizemos a confraternização de Ano Novo na minha casa. Nosso Chef Renato fez um lindo salmão ao azeite, um delicioso risoto de camarão, além de salada e caldo de camarão de entrada. Nossa… ele realmente conzinha muito.

E o que percebo é que, de reunião em reunião, de confraternização em confraternização, eu passo a amar cada dia mais esses casais e vejo, em tudo isso, o lindo presente de Deus em minha vida e na vida do Alê. Queremos e precisamos ser melhores por eles. A missão é nos lapidar também.

Portanto, o ECC é uma desculpa de Deus para que eu e o Alê enxerguemos a presença D’ele em nossas vidas e, mais uma vezes, seu amor ágape por nós.

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