Rezando em família

Ultimamente, temos vivido uma graça em nosso lar. Desde a novena de Natal, eu e o Alê temos rezado o terço todos os dias. Já fizemos isso no início do nosso casamento, rezamos por mais de um ano no período que eu estava grávida, recebemos muitas graças com esse hábito, mas, infelizmente, deixamos de rezar juntos. Mas o motivo deste post não é a oração feita pelo casal, mas, sim, feita em família.

Isso mesmo! Pedro tem rezado conosco. Nada forçado. Muito pelo contrário. Quando começamos a rezar, geralmente ele está brincando e corre, pega seu tercinho e senta-se pra rezar conosco. Ele acaba conduzindo dois mistérios do terço sozinho. Reza o Pai Nosso e segue com as dez Ave-Marias. Coisa mais linda da mãe!

Outro dia desses, ele começou agradecendo a Jesus a sua festinha de aniversário – já que eu tinha fechado o contrato naquele dia. Eu contei pra ele que ele ia ter a tão esperada festa e ele agradeceu a Jesus. Por coincidência, no mesmo dia, o Alê havia trocado de celular, ao comprar um aparelho novo. Daí, no meio do terço, Pedro se levantou, seguiu em direção do pai e afirmou: “Papai, você ganhou um celular novo e não agradeceu a Jesus!”. Morremos de rir, é claro.

Outro momento mais que engraçado ocorreu há alguns dias. Pedro assistia uma missa pela televisão na casa da bisa, quando o padre, no momento da homilia, explicava sobre São Pedro. Ele falou que Pedro recebeu as chaves da Igreja de Jesus e que, por isso, se tornou o primeiro papa. Conclusão: Pedro achou que Jesus daria as chaves pra ele. Afinal, quem é Pedro, senão ele? Chegamos do trabalho e fomos buscá-lo. Eufórico, Pedrinho correu e gritou: “Papai, papai. Vou ganhar as chaves de Jesus. Ele vai me dar, o padre disse na televisão”. Caímos na gargalhada.

Dias depois ele chegou a mais uma conclusão (sozinho, é claro): “Papai, pra receber as chaves de Jesus, tem que ser padre”. O Alê, então, perguntou: “E você, quer ser padre?”. Ele parou, pensou uns dez segundos, e respondeu: “Eu vou ser padre”.

E seguimos rindo das conclusões e dos avanços “espirituais” feitos pelo pequeno. Não nos importa qual vocação ele vai seguir quando crescer. Se será padre, se será um bom esposo, ou se será apenas um leigo. Queremos sim que ele conheça e ame a Jesus. Isso importa.

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