Neste VII ECC, “eu vi o Senhor, eu vi Jesus curando seu povo”

Eu e meu esposo, Alexandre, passamos por uma linda experiência recentemente. Em abril deste ano, fomos convidados pelo nosso pároco, Pe. Olmer, para coordenar o VII Encontro de Casais com Cristo (o famoso ECC) da Paróquia São José. Embora o convite fosse completamente desafiador, não tivemos coragem de dizer não.

Fizemos o I ECC da paróquia e, de lá pra cá, anualmente, sempre demos o nosso sim para este lindo serviço da Igreja Católica. Temos consciência do grande poder que o ECC tem de transformar não só vidas como famílias. É mais ou menos como a música do Ricardo Sá, que diz: “Mais eu vi, eu vi o Senhor… Eu vi Jesus curando seu povo”… É verdadeiro! Nós vimos Jesus curando muitos e muitos matrimônios ao longo desses sete anos.

Ainda em fevereiro deste ano, tive a linda oportunidade de ir à Roma com o meu pai, em virtude do consistório que criou Dom João Braz de Aviz como Cardeal. Na ocasião, visitamos Assis, cidade de São Francisco. Diante da cruz de São Damião (isso mesmo, a verdadeira) pedi a Jesus o mesmo que o Senhor pediu para Francisco: “Reconstrói a minha Igreja”. Para Cristo, eu pedi que reconstruísse a Igreja que havia em mim.

Sei, portanto, que a coordenação do ECC já era uma resposta de Deus ao meu clamor. Deus estava curando a mim também por meio daquele chamado.

Foram longos seis meses de preparação para o Encontro. Muitas reuniões, espiritualizações sem fim, tarde de louvor, missas, adorações, eventos para arrecadação de dinheiro, telefonemas, e-mails, e vários dias sem dormir também. No decorrer das atividades, eu e meu esposo encontramos diversos “Cirineus” no nosso caminho, que nos ajudaram a carregar o “peso” da coordenação de um ECC.  Casais jovens e também casais muito experientes estavam ao nosso lado, também se comprometendo com esta linda obra.

O encontro foi realizado nos dias 24, 25 e 26/8. Ali, a misericórdia de Deus transbordou. E não só nos “encontristas”, como chamamos aqueles que fazem o curso, como também nos “encontreiros”, aqueles que trabalham no ECC.

Já fiz muitas coisas na Igreja Católica. Mas o ECC, pra mim, é a maior demonstração de amor ágape que eu já pude experimentar. E neste ECC não foi diferente. As equipes trabalharam com tanto amor, com tanta alegria, que contagiava a qualquer um que estivesse por perto. E mais uma vez eu o senhor restaurando casamentos, curando feridas, devolvendo o amor muitas vezes esquecido.

E Deus me dá essas graças… De enxergar que sem ele eu não sou nada; de que o impossível pode ser realizado por suas mãos; de que a misericórdia transborda quando temos a coragem de, mesmo incapazes, nos doarmos pelo irmão; de que ser família não é utopia. Valeu a pena cada segundo “com as mãos no arado” para que este encontro fosse realizado.

Fica aqui este relato para aquele que ler se sinta tocado. Quem sabe um dia você e seu cônjuge não se sentam nos bancos de um ECC e se deixam ser amados e restaurados por Deus?

Eu vos louvo, Senhor, pelo meu matrimônio, pela linda família que me destes, por que você quer precisar de mim! Amém!

 

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