Archive for the ‘A esposa’ Category

Eu acredito no casamento!

novembro 19, 2011

Hoje em dia é unânime: casamento é uma utopia. Ouço isso por todos os lados, entre as conversas com amigos, na mídia, etc. O Fantástico, da Rede Globo, apresentou recentemente uma matéria que trazia uma inovadora notícia, os casamentos com tempo determinado, uma lei proposta no México. O assunto pode até ter maioria quando a opinião é negativa, mas faço parte da minoria: eu acredito no casamento. Eu vivo o casamento intensamente no dia a dia. Com todas as dificuldades de ser família, mas com todas as delícias de ser casada – mãe e esposa.

Hoje, dia 19/11, faço seis anos de casada. Não me canso de repetir que esse casamento é o cumprimento da promessa de Deus em minha vida. E é aí que está a diferença. Jesus está no meio de nós, assim como na Sagrada Família. É ele que realiza em nós e em nossas vidas. Eu e o Alê nos conhecemos na Igreja e temos a certeza que Deus nos escolheu um ao outro e, por isso, cruzou nossos caminhos. Portanto, nosso amor vem do verdadeiro amor,     que é Deus.

Outro dia desses um colega de trabalho disse pra mim que é impossível um homem ter amor e desejo por uma única mulher em sete anos. Faço seis anos de casada, mais de sete que estou com o Alê e 14 anos que nos conhecemos. Confesso: não trocaria meu marido por homem nenhum do planeta. Porque o Alê é assim: aquele que Deus escolheu pra mim. Bom marido, excelente pai, companheiro em todas as horas, presente em minha vida, preocupado com o meu dia a dia, provedor da nossa família. Se pudesse voltar no tempo eu faria tudo de novo. Eu me casaria novamente com ele, subiria naquele mesmo altar e diria o mesmo sim, que é eterno.

E o amor se faz assim, no dia a dia. A cada dificuldade enfrentada, a cada alegria vivida. De que adianta ser companheira somente nos momentos de felicidade? Ser esposa é também sofrer junto. É compreender. É rezar junto. Mas eu posso afirmar que vivi lindos momentos ao lado dele. Dei boas gargalhadas com a sua gaiatice, aprendi muito com sua inteligência e, claro, aprendi também a ser mais tolerante, menos rancorosa, mais amável… Quanto eu fui e sou feliz ao seu lado.

Hoje eu tenho uma família. Nada seria possível se não fosse o casamento. A amizade, o namoro, o noivado e o casamento. Cada passo dado, um a um. Tudo com a graça de Deus. Pedrinho é a personificação do nosso amor. E como sua presença nos faz felizes, completos. Ele também é graça do Pai, que está no Céu.

Caros, o casamento não é utopia. Mas é vivido por pessoas, homens e mulheres, que tomam a decisão de amar um ao outro e de fazer ao outro feliz. O casamento é uma doação. É ceder dia a dia para ver o outro feliz e, claro, se felicitar com a realização do cônjuge. Parece loucura? Tente. A solidão desse mundo vazio, solidificado apenas no prazer e na beleza não tem nada parecido com o que falo do amor.

São seis anos. É pouco sim, eu sei. Mas estou preparada ou, ao menos, com muita vontade de viver muito mais…

Obs.: Fiz um vídeo – amador, é claro – em comemoração à data. Vou postar no YouTube. Depois ponho o link aqui.

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Família separada por viagens…

maio 24, 2011

Pedrinho, eu e o Alê iremos passar uma experiência totalmente nova nesses dias. O Alê está fazendo um curso a trabalho em São Paulo, que já está durando alguns dias. A distância, embora doa em mim e no Pedro, é amenizada aos fins de semana, quando ele volta para casa.

Só que amanhã é minha vez de viajar a trabalho, e coincidir datas de viagem jamais aconteceu conosco. Pedrinho, que nunca dormiu fora de casa, terá que passar quase uma semana sem nós dois. Ele jamais passou uma noite longe de mim ou do Alê e não sabemos como será sua reação.

Eu sigo pra Salvador, mas meu coração de mãe ficará em casa, junto com meu pequeno. Só não vou mais preocupada, porque tenho um anjo na minha vida, que é minha sogra. Ela me ajuda a cuidar do meu pequeno desde que voltei a trabalhar e eu não tenho palavras pra agradecer tanto carinho e amor pelo meu filho.

A saudade de ficar longe do meu filho eu já conheço e, confesso, é angustiante. Ano passado fiz algumas viagens a trabalho e não é nada legal ficar tantos dias longe do meu pequeno. Mas trabalhar faz parte da vida e essas situações são inevitáveis.

Acho, inclusive, que será um momento de crescimento para todos nós, que somos tão apegados um ao outro. Vamos ver no que isso vai dar.

Vai conhecer as Serras Gaúchas? Confira as dicas!

maio 12, 2011

Retornamos de mais uma viagem. Diferente de todas as que já fizemos, mas tão charmosa quanto. Como já relatei anteriormente, trocamos o calor do Nordeste pelo frio do Sul. Gramado (RS) é uma cidade linda, pequena e muito aconchegante. Não tem a beleza praiana, mas os vales e serras deslumbrantes – que não cansam nunca a vista – não deixam a desejar. E o vento gelado, mesmo em dias de sol, além da neblina que esconde o amanhecer, é mais um atrativo local àqueles que vivem imersos no calor como nós, brasilienses. As roupas são elegantes e a comida e seus bons vinhos… nossa, é o melhor da viagem, sem dúvida.

Ficamos no único hotel local que não fica no centro, mas na serra. A escolha foi a dedo, pois a paisagem que se podia ver do quarto em que ficamos valia qualquer preço de hospedagem. Além disso, a cidade de Gramado é pequena e tudo é perto. Assim, mesmo num hotel distante, estávamos apenas uns 800 metros do centro. Eu e o Alê gostamos de viajar sempre pela CVC. É seguro e sempre tem passeios bacanas. Portanto, escolhemos aqueles que seriam interessantes pra nós, que temos uma criança de 4 anos. Então, aqui, deixarei as dicas do que fazer no local.

O City tour de Gramado e Canela é bem legal, mas caro. (Aliás, essa é uma nova dica. Separe dinheiro. Lá tudo é muito caro). O passeio inclui muitas paradas nas duas cidades, incluindo o Lago Negro, o Minimundo, o Mundo a Vapor, o Parque do Caracol, o Dreamland (Museu de Cera), o Castelinho Caracol – uma das primeiras residências de Canela, o Museu de Pedras, entre outros. A maioria das atrações são bem interessantes, mas todas elas cobram entrada. Cerca de R$ 15,00 cada, por pessoa. Portanto, prepare, pelo menos, R$ 200,00 por casal.

O Tour da Uva e do Vinho também é bem bacana. É um passeio que segue de Gramado a Bento Gonçalves, passando por cidades como Caxias do Sul, Carlos Barbosa e Nova Petrópolis. Embora o passeio passe por locais como a famosa Igreja de São Pelegrino, a fábrica da Tramontina e uma casa de queijos e vinhos, além da vinícola Aurora, o ponto alto do dia é o passeio de Maria Fumaça, com muito vinho e atrações dentro do antigo trem. O passeio custa em torno de R$ 150,00 por pessoa e a passagem da Maria Fumaça é uma bagatela de R$ 65,00 por pessoa. Mas é o melhor passeio oferecido no local. Neste dia, tivemos a sorte de participar da Fenavinho – maior evento vitivinícola do País – realizado a cada dois anos em Bento Gonçalves.

Do outro lado da Serra é um passeio que tem três paradas: Alpen Park, Gramadozoo e Vinícola Jolimont, e custa R$ 70,00 por pessoa. A descida de 630 metros pela montanha em um trenó, do Alpen Park, é emocionante – Pedrinho desceu três vezes. O cinema 4D também é uma atração bem bacana. Tem ainda outros brinquedos à disposição. É claro que o Pedro amou. E, embora também seja bem caro – cada atração custa cerca de R$ 20,00 – vale a pena ir. No caminho fica a vinícola Jolimont – a melhor parte pro papai e pra mamãe, diga-se de passagem. Cercada de videiras e em meio um deslumbrante vale está a Jolimont, tradicional casa de vinhos artesanais da Serra Gaúcha. Degustamos deliciosos vinhos e, é claro, encomendamos uma caixa para nossa casa. Já o Gramadozoo é um zoológico diferente e bem bacana de ser visitado, em função dos animais não ficarem em jaulas. A entrada custa R$ 18,00 por pessoa.

Fomos também aos passeios da Noite Alemã e do Baile Gaúcho. A Noite Alemã tem um farto café colonial, onde são servidas deliciosas iguarias da culinária alemã. Muita música e dança folclórica completam a noite – 80,00 por pessoa. Neste passeio, que é muito animado, por sinal, até o Alê, que não dança nem por reza brava, arriscou uns passos. Eu filmei tudo! Já o Baile Gaúcho encerrou a semana. É uma festa que celebra a riqueza cultura local, com farto churrasco gaúcho, no famoso Garfo e Bombacha – isso tudo pelo valor de R$ 90,00 por pessoa.

Fizemos, ainda, alguns passeios por nossa conta. Fomos à Aldeia do Papai Noel (R$ 15,00 a pessoa, incluindo a criança). Mesmo distante da data que celebra o Natal, o local é lindo e iluminado. Quem está com crianças não pode perder. Fomos ao Mundo Encantado (14,00 por pessoa) – uma casa de minibrinquedos e, ainda, ao castelo do chocolate Caracol (de graça, se o hotel em que se está hospedado é conveniado com o local) – fantástico, cheio de escultural em chocolate, além do próprio chocolate que é indescritível. No último dia, voltamos ao Lago Negro e andamos de pedalinho (R$ 25,00, 20 minutos de passeio). O local é maravilhoso. Vale a pena também.

A culinária

Em Gramado, se come muito bem. Há uma diversidade enorme de bons restaurantes, mas poucos locais em que se pode fazer um lanche ou uma refeição mais em conta. Se você gosta de uma boa comida italiana, sugiro a cantina Di Capo. Um local muito aconchegante, com opção de pratos infantis e, ainda, com lugar separado para as crianças brincarem enquanto os adultos comem e conversam. Isso fez toda a diferença. Sempre que vamos a um restaurante, quando o Pedro termina de comer, a paz acaba, porque ele não tem paciência de ficar ouvindo os adultos papearem. A comida é dos deuses. O melhor macarrão que já comi, sem sombra de dúvida. A cantina também tem bons vinhos, devidamente armazenados em uma adega climatizada. O problema é só a conta que chega perto dos R$ 200,00.

Quem deseja se deliciar com numa boa galeteria, sugiro a Mamma Mia, com galeto ao primo canto. O restaurante possui transporte gratuito e serve uma deliciosa comida que conta com a Sopa de Capeletti como entrada, salada, polenta frita e mole com queijo e linguiça, maionese, costela de porco, o galeto – é claro, e massas como lasanha, nhoque, tortéi, caneloni de queijo, e spaghetti ao sugo, al pesto, ao alho e óleo e quatro queijos. A conta, algo em torno de R$ 150,00. Também estive na Galeto Itália. Não recomendo. É o preço é mais em conta, serve vinho colonial à vontade, mas a comida – embora tenha o mesmo cardápio – é menos requintada, como se estivessem servindo um batalhão de pessoas. Tem a opção de self service com arroz, feijão e afins, e algumas massas a mais, contudo, nada comparado à Mamma Mia. A conta, neste caso, fica em torno dos R$ 70,00.

Agora o ponto alto da culinária local: o fondue. Servido na pedra, o fondue de Gramado é muito superior aos demais que já havíamos conhecido. Nada de óleo para o fondue de carnes, e o queijo e o chocolate são infinitamente melhores aos que se comem em Brasília. Além disso, a quantidade de molhos, a qualidade dos cortes de carne e as inúmeras frutas que ser serve são de encher os olhos. O restaurante que eu recomendo é o Swiss Cottage. Em Gramado há inúmeros restaurantes para fondues. Mas acho que vale a pena escolher um bom local, já que a viagem pede. A conta – a mais cara. Passa os R$ 200,00. Também há serviço de traslado gratuito.

Vamos aos self services. Trattoria Del Corso. Um lindo restaurante, pequeno e aconchegante, com opção de self service na hora do almoço. A comida é muito boa e o preço é razoável. Também tem uma carta de vinhos muito boa. Também há o Vale Quanto Pesa. O nome do local fala por si só. Nem preciso dizer que é self service, né? Há mais variedade de comida do que na Trattoria, mas o local é mais cheio e menos aconchegante. A comida é boa também.

Ah… ia me esquecendo da Pizzaria Porto dos Piratas. O ambiente remete uma embarcação pirata, todo decorado com o tema. Logo na entrada você entra e pisa em um aquário… um barato. Dentro, há baús com tesouros e até os banheiros são cheios de conchinhas. Os garçons também se vestem de piratas. Além disso, também há o espaço para crianças, com videogames, piscina de bolinhas, mesas para desenhos, etc. Pedro amou. A pizza é muito boa. E o preço, em torno dos R$ 100,00 o casal.

Dica para os pequenos

Para ir ao Sul, prepare a mala dos pequenos com generosidade. Compre um casaco mais grosso e impermeável. Leve camisas de manga longa e de gola alta bem justas – aquelas de malha. Elas servirão para a primeira vestimenta. Coloque casados feitos de lã, mais finos, assim, eles virão debaixo do “super casaco”. Esteja com uma touca sempre ao alcance das mãos. O vento é frio sempre e é bom proteger os ouvidos dos pequenos. As luvas também aquecem os dedinhos do frio, inclusive pela manhã, que é mais gelada.

Além disso, eu comprei pro Pedro meias-calças de algodão, bem grossas. Ninguém as via mesmo. Assim, elas iam abaixo da calça jeans e com meia por cima. Nos pés, bota! Sempre! Outra coisa que levávamos sempre era uma capa de chuva e um guarda chuva. Pijamas de flanela e moletons também são boa pedida. Proteger o Pedro é prioridade nº 1 pra mim. E assim eu faço o que posso.

Ah… no avião eu levei um estojo com lápis de cor e alguns livros de pintar. Desta forma, Pedrinho passou as três horas de voo tranquilo e se divertindo.

Igreja de São Pedro

Convido aos amigos católicos a irem à Igreja de São Pedro. Ela fica no centro de Gramado e é impossível de não ser percebida. Ela é toda feita em pedra e é uma das igrejas mais lindas que já conheci. Além disso, ela fica aberta o dia inteiro. Lá dentro, se pode ouvir música gregoriana e aproveitar pra rezar. Há várias opções de horários de missas nos fins de semana, o que facilita o cumprimento do preceito cristão.

Rumo ao Sultchê!

abril 13, 2011

Uma coisa é fato: viajar restaura minhas forças e renova meu ânimo. Quisera eu ter dinheiro e tempo para viajar a cada bimestre, pelo menos. E toda vez eu começo a pensar em viajar, confesso: perco, até, a racionalidade. Meu marido então nem se fala. Ele é ainda mais maluco que eu quando o assunto é sair de Brasília pra descansar. E foi isso que aconteceu outro dia desses.

Recebi num fim de semana um email marketing anunciando promoção da CVC justamente para Maragogi (AL), nosso último destino de viagem – aprovadíssimo, por sinal.  Só por causa deste e-mail, fomos parar numa loja CVC. Lá fizemos alguns orçamentos e voltamos pra casa pra pensar. Logo meu marido começou a ver a previsão do tempo e descobriu que, neste período, o nordeste tem de pancadas de chuva.

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Comi, rezei e amei!

dezembro 3, 2010

Hoje é meu último dia de férias. Foram três semanas indescritíveis. Fizemos escolha certa do local, que foi Maragogi (AL), o resort também superou nossas expectativas e nós três – eu, o Alê e o Pedro – aproveitamos cada segundo da viagem, tornando-a inesquecível. Estamos renovados!

Nosso dia a dia é marcado pelo tic tac do relógio. Para mim, principalmente. O estresse do meu dia é conseguir realizar todas as tarefas que a rotina me impõe e, confesso, não é nada fácil. É uma delícia ser mãe, esposa, dona de casa, profissional… Mas a falta de tempo não me dá trégua. Portanto, uma viagem, pelo menos uma vez por ano, é totalmente necessária. Necessária, inclusive, para o bem-estar do casamento.

Em Maragogi, a providência divina fez com que os nossos relógios simplesmente estragassem. Isso mesmo. Os dois, o meu e o do Alê, pararam de vez. Além disso, a internet do hotel só funcionou no primeiro dia e o celular só pegava praticamente na beira da praia. Fomos desprogramados por Deus. Tudo o que eu estava precisando. As preocupações, a correria, o estresse… deixamos cada um deles em casa. Portanto, parafraseando um livro que li há algum tempo, posso dizer que “comi, rezei e amei”.

Viagem para comemorar o aniversário de casamento

Casei-me em 19/11/2005. Neste ano, completei cinco anos de casamento e fico mais que feliz com essa conquista. Já falei um milhão de vezes que o meu casamento é um presente de Deus e o Alê é, de fato, o homem escolhido por Deus a mim. Eu o amo declaradamente, publicamente… Resolvemos marcar nossas viagens anuais sempre nesta data para comemorar o aniversário de casamento em grande estilo. No dia 19, portanto, fomos a Porto de Galinhas.

Em Porto de Galinhas, fizemos o passeio de buggy que começa em Muro Alto e segue até Maracaípe. As praias são lindas, tornando o lugar paradisíaco. As belezas naturais do nordeste me faziam agradecer, cada segundo, ao Pai que nos dera a oportunidade de estar ali.  No almoço, comemos um peixe na telha, com direito a camarões empanados… Depois, um passeio nas lojinhas de Porto.

Já em Maragogi, aproveitamos para fazer mergulho. Fomos às famosas Galés de Maragogi, mas fizemos mergulho também em frente ao resot, com estrutura própria do hotel. Pedrinho, é claro, tirou de letra. Mergulhou com os peixinhos, tirou foto debaixo d’água e impressionou todo mundo, como sempre. Vale a pena e eu recomendo pra que for ao local.

Outro ponto alto das férias foi a programação noturna do resort Miramar. Shows diversos, de o famoso musical da Broadway Cats aos clássicos da banda Queen, luau para os eternos apaixonados e, ainda, boate. O mais incrível é que, apesar do adiantar da hora, já que as apresentações aconteciam sempre após as 22h, quem adorou foi o Pedro.

Como viram, fizemos de tudo um pouco. Também comemos e dormimos muito. No último dia, ganhei um jantar a luz de velas no bingo no restaurante Ixu, também localizado no hotel Miramar. Pedimos uma salada de frutos do mar de entrada, tomamos um vinho branco chileno pra acompanhar o peixe que escolhemos para o prato principal e finalizamos o jantar com um maravilhoso Petit Gateau. Tudo isso a luz de velas, na beira do mar… Eu chamaria de Grand Finale.

Bem, é isso… A ideia era contar a viagem dia a dia, mas, como disse, não havia internet que funcionasse no hotel. Tenho que correr, pois hoje é dia de renovar a matrícula do pequeno no colégio. Tenho que reunir os documentos necessários.

Na contagem regressiva para as férias

outubro 20, 2010

Novembro está chegando e, com ele, as minhas férias. Faltam apenas alguns dias pra eu curtir meu justo descanso e, como podem ver, já estou na contagem regressiva. Confesso que quando escolhi o jornalismo por profissão não pensei nas consequências futuras, como não ter horário, ser a última a chegar em casa (sempre) e nunca gozar dos feriados e sempre estar em pauta nos fins de semana.

Contudo, não é hora de lamurias. Afinal… o Caribe brasileiro me espera. Isso mesmo. Após pesquisarmos alguns destinos e, inclusive, depois de ter congelado no Sul quando estive em Bento Gonçalves (RS), o destino destas férias será Maragogi (AL). Eu e o Alê queremos colocar as pernas pro ar e esquecer que o resto do mundo existe – precisamos disso, juro. Então, vamos pra um resort na localidade, com sistema all inclusive, para que nós não tenhamos preocupação com absolutamente nada além de nos lambuzar de protetor solar de duas em duas horas.

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Alergia a tudo!

setembro 21, 2010

Sábado foi um dia corrido. Aproveitei o período da manhã e fui levar o pequeno para fazer a bateria de exames que o pediatra passou. Confesso que fiquei morrendo de dó do Pedrinho. Logo no início da manhã não pude deixá-lo comer. Corri para o Exame (o Sabin estava abarrotado de gente) e comecei pelo exame de sangue. Foram cinco tubos e o Pedro implorando para que aquilo acabasse. Logo após, levei-o para fazer os raios-x. Foram cinco, ao todo, em posições bem complicadas. Resultado: passei quase duas horas na sala de raios-X com o Pedro, tentando um milhão de vezes cada posição. Em seguida, e com o pequeno bem cansado, o levamos para o exame de alergia. Uma maldade. São 16 picadas no braço… E o pior. Somente três não reagiram. Pedro tem alergia a TUDO! Incluindo carne bovina e suína. Não quero me desesperar. Vou esperar a consulta com o pediatra-alergista e ver o que ele me fala, de posse de todos os exames. Ah… ainda teve o exame de urina e fezes que eu entreguei depois.

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Decisão tomada: quero um segundo filho!

setembro 15, 2010

Após quase quatro anos do nascimento do Pedro, tomei uma decisão. Coloquei-me nas mãos de Deus e agora espero que Ele decida quando devo engravidar novamente. Vocês que lêem meu blog já sabem: para engravidar do Pedro, bastou que eu parasse de tomar o remédio. Mas estou totalmente entregue nas mãos de Deus. Na verdade, já chegou mesmo a hora. Pedrinho não para de pedir um irmãozinho e, de fato, se eu não engravidar logo, as idades serão muito distantes e eles não serão tão amigos… Esse assunto também era motivo de desentendimento lá em casa. Pelo meu marido, já teríamos três filhos, no mínimo. Meus medos continuam o mesmo: meu trabalho demanda muito do meu tempo, não estou nem um pouco a fim de engordar 20 quilos como da primeira vez, e meu casamento, que está em nova “lua de mel”, terá de se readaptar a um novo bebê. No entanto, esses entraves nunca deixarão de existir e a hora chegou.

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A culpa

abril 17, 2010

Escrever para mim é a melhor forma de desabafar. E hoje estou mais que necessitada. O que sinto se resume em uma pequena palavra: culpa. E a culpa da minha culpa está diretamente ligada ao tempo. Aliás, à falta dele. O grande problema é que, definitivamente, 24 horas não são o suficiente para que eu cumpra os diversos papéis da minha vida: esposa; mãe; profissional; filha; amiga; dona de casa; mulher.  Daí eu já começo o dia me sentindo culpada. Preciso fazer uma atividade física. Solução: academia. Contudo, só se for às 6h30 da manhã. Eu quero e necessito conquistar uma rotina, mas meu corpo sonolento e ainda exausto do dia anterior não me deixa levantar. A culpa já toma seu lugar de honra do dia, avisando-me, ainda, que o mês da academia já foi pago e o dinheiro está indo pro lixo. Acordo, então, e começo a correr. Após o banho, o drama para escolher a roupa do dia. Digo drama porque engordei e minhas roupas não entram mais. Daí, restam-me aquelas que tive coragem de comprar maior. Visto-me, culpada porque não fui pra academia resolver o problema do peso. Preparo a mochila do Pedrinho, o uniforme e o lanche. Dou banho no pequeno, enquanto preparo o leite e o pão da manhã. Troco a roupa do Pedro, brigo na hora de escovar os dentes dele e saio disparada pra deixá-lo na casa da minha sogra, antes de ir para o trabalho. É claro que a culpa já me pega de jeito. Estou atrasada, como sempre. Afinal, eu e o relógio, vulgo tempo, não nos entendemos bem. A culpa também começa a me lembrar que este é um dos poucos momentos que eu tenho com o meu filho durante o dia. Chego no trabalho. Digo “bom dia!” constrangida e com a culpa estampada no rosto pelos 20 minutos de atraso. Ligo o computador e busco um café para acordar de vez. A minha mesa no trabalho, com papéis espalhados pra todo lado, já denuncia: as coisas não estão bem e há acumulo de serviço. Entro na net e aproveito pra dizer “bom dia!” pro meu marido por e-mail ou pelo gtalk. Já entro no site da Folha, do G1, do correioweb, do Estadão, da CNI, do governo federal, etc e vejo o que tem de bom pro meu jornal no dia seguinte. No meu e-mail do trabalho, a chefa me lembra, com uns dez e-mails, das pendências daquele dia. Reunião, pauta pro Jornal, release do Sesi, revisão de um texto, cobertura de um evento, matéria que não foi pro site, contato com os jornalistas… O telefone toca. É meu pai ou minha mãe. Faz duas semanas que não os vejo. A culpa me recorda, mais uma vez, que está ali, sentada ao meu lado, como companheira fiel. Não tenho tempo pra minha família, nem marido e filho, que dirá pais e irmãs. Mas ainda bem que existe o telefone. A saudade já diminui. A manhã é curta e logo passa. São meio-dia. Preciso engolir a comida e correr de volta pra casa da minha sogra. Antes, passo na padaria e compro alguma coisa bem gostosa para o Pedro levar no lanche (o suco e a fruta eu já mandei de manhã). Chego à casa da minha sogra, dou banho no Pedro  (é mais um momento que tenho pra não me sentir a pior mãe do mundo), coloco o uniforme, meia, tênis,perfume, e não consigo fugir da segunda briga para escovar seus dentes. Deixo ele e a priminha no colégio e volto às pressas para o trabalho, afinal, há muita coisa a fazer. A tarde é longa, contudo, curta para mim. As pendências da manhã têm que ficar prontas no fim do dia. Isso é jornalismo. Não bastasse as coisas que tenho pra fazer, ainda ligam o Correio, o Jornal de Brasília, a TV cultura, a CBN… tudo jornalista precisando falar com alguém da casa ou querendo dados da indústria do DF. São 18h. O expediente está acabando. Meu estômago ronca e me avisa da fome. É claro que eu não trouxe a fruta que a nutricionista mandou e nem comi o biscoito de água e sal às 16h. Só me entupi de café. Fecho o Jornal depois das 19h. São quase 20h e meu marido já está com raiva de mim. A culpa, que não me deixou nenhum segundo do dia, me lembra que eu não vou ver meu filho acordado (meu marido já o pegou no colégio, deu banho, janta e o pôs pra dormir), vou chegar em casa pelo quarto dia da semana tarde e cansada, e sem muito tempo pra dar atenção ao maridão, que também precisa de mim. Ahhhh, a culpa também me lembra que eu não tive tempo de fazer aquele release da educação do Sesi e que o texto do murão ficou em cima da minha mesa, à espera de correção. Em casa, além do meu marido, a louça e o uniforme do Pedro me esperam. Preciso lavá-los. Meu filho está num sono profundo e meu marido chateado, como sempre. O cansaço me avisa que eu não terei forças para ir à academia no dia seguinte. Mas eu ainda tenho ânimo de ver mais um capítulo da nova série que eu e o Alê estamos vendo. Nova para mim, aliás. Isso porque ele já viu todos os capítulos durante a semana, enquanto me esperava. Vejo um capítulo pescando. Meus olhos não me obedecem mais. Ele percebe que eu dormi e fica mais chateado ainda. Na cabeceira da cama, permanece, intacto, o terço que eu prometi rezar todos os dias com ele. A culpa me avisará no dia seguinte que eu esqueci de rezar. E, é claro, também dorme comigo, me recordando, por meio de sonhos, que não terei tempo, também amanhã, de fazer tudo outra vez.

Voltei!

agosto 19, 2009

_MG_9495Ontem meu amigo Elton, também jornalista, entrou no meu blog e disse que há três meses ele não é atualizado. Não bastasse, ainda fez uma brincadeirinha dizendo que eu podia, ao menos, atualizar com uma notinha de economia do Jornal de Fibra – boletim diário que produzimos na comunicação. Tive que rir, o que mais eu poderia fazer? O tempo anda mais curto que nunca. Acho que sempre é possível apertar um pouquinho mais para conseguir conciliar as diversas atividades do dia. Os grandes eventos da empresa que trabalho foram marcados – a maioria – no mês de agosto. Em julho, o maridão andou indo e vindo pra São Paulo. E assim os dias foram se passado. E como a vida é feita de prioridades, infelizmente o meu blog amado não está no topo da lista. Não consegui sequer dar continuidade aos programas de rádio que eu estava produzindo sobre o dia a dia de mãe, o que é uma pena. Contudo, a vida continua muito bem, obrigada! Pedrinho está mais que uma figura. Ele não só fala tudo como bate-papo. Conversa. Tem opinião. O novo vício do meu filhote é ganhar livros de animais. Fica horas sentadinho no sofá conosco passando página por página e dizendo o nome de cada bicho, a cada figura que passa. Nós três (eu o maridão e o Pedro) continuamos a fazer natação. A trancos e barrancos, assumo, mas, como somos brasileiros, não desistimos nunca. E se não fosse a natação, acho que a minha saúde já tinha pedido arrego. Nas três últimas semanas, tenho entregue trabalhado de madrugada, saído sempre mais tarde do trabalho e fechando jornal, inclusive, aos domingos. Ah… eu e meu marido assumimos uma coordenação no encontro de casais (ECC) também. [Não consigo dizer não para um chamado de Deus, mesmo que eu não tenha tempo.] O casamento vai bem também. O Alê tem trabalhado muito, mas quem não passa por isso nesse mundo globalizado? Bem… sem mais delongas, vou trabalhar, porque já passam das 14h e meu horário de almoço já passou. Vou espanar a poeira do meu blog, na promessa de que, da próxima vez, só será preciso passar um paninho para entrar aqui. (rsrsrs).